
Maria Eduarda Sá poderia chamar-se senhora “sorriso”, pois tem sempre um para levar no caminho da vida. Com 62 anos, metade deles foram a olhar e a dar a mão a todos os utentes que passam, e passaram, pela Cerci de S. João da Madeira.
Mais de metade da sua vida já foi passada ao serviço da Cerci de S. João da Madeira. Maria Eduarda Sá, conhecida como a “Eduardinha”, entrou para a instituição em 1989, ou seja, há 32 anos. E por lá quer continuar!
Já fez um pouco de tudo dentro da instituição, mas, ultimamente, é uma das motoristas. “Por vezes, não sabemos dizer se fomos nós que escolhemos uma profissão ou ela que nos escolheu”. No seu caso, a “obra do acaso”, assentou-lhe na perfeição. “Na altura foi a oportunidade que surgiu. Não sabia ainda bem o que seria trabalhar com uma população com deficiência ou incapacidades, mas aceitei o desafio”, e superou-se.
A profissão foi abraçada com tanta paixão que, explicou a ‘ O Regional’, não ter dúvidas que, se os ponteiros do relógio voltassem atrás, não tinha “dúvidas nenhumas”, pois voltaria a ser esta a sua escolha.
“Gosto mesmo muito daquilo que faço. Já sou, por natureza, uma pessoa bem-disposta e comunicativa e, depois, quando se sente feliz, com o que fazemos, melhor ainda”, enfatiza.
Artigo disponível, em versão integral, na edição nº 3865 de O Regional,
publicada em 11 de novembro de 2021
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