
O diagnóstico de autismo severo foi confirmado quando Inês tinha três anos, após sinais de mutismo seletivo e alterações comportamentais identificadas e avaliadas no Hospital de Coimbra. O avô, Joaquim Alves, recorda que a família enfrentou inicialmente um período de negação, seguido de uma aceitação sustentada num “amor incondicional”, como descreve a O Regional.
Ao contrário de outros familiares, Joaquim Alves assume publicamente a identidade da neta e o impacto que esta realidade teve e continua a ter na sua própria vida. Explica que Inês praticamente não . . .
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