Sociedade

Encontrado corpo em S. Jacinto. Família admite ser de Manuel Silva

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O cadáver foi encontrado em S. Jacinto. As autoridades e a família suspeitam que o corpo possa ser de Manuel Vieira da Silva, de 64 anos, que se encontrava desaparecido há três semanas.

O corpo de um homem foi encontrado, na última semana, em S. Jacinto, Aveiro, suspeitando-se que possa tratar-se Manuel Vieira da Silva, de 64 anos.
“Certeza, não temos. Mas há fortes indícios que apontam para essa possibilidade, uma vez que foram identificados objetos e roupa que parecem ser dele mas só no IML [Instituto de Medicina Legal] será possível confirmar”, explicou um familiar a ´O Regional’.
O sanjoanense estava desaparecido desde o último dia 13 de fevereiro, tendo os factos sido comunicados à Polícia Judiciária há cerca de três semanas. “Falta só a confirmação das autoridades, após as respetivas perícias - o que poderá ainda demorar várias semanas”, assegura o mesmo familiar.
Depois de intensas buscas levadas a cabo pelas autoridades policiais e pelo Departamento de Investigação Criminal não foram ainda apuradas as causas da morte ou a existência de prática de algum crime.
De acordo com informação disponibilizada pela família, Manuel Vieira da Silva tinha levado apenas a carteira, documentação própria e o telemóvel, que, entretanto, passou a estar desligado, ao fim da tarde do seu desaparecimento.
A família continua a não encontrar “nenhuma explicação” para este fim, o que a deixa “bastante melindrada, porque não temos suspeita de nada”, uma vez que até o pijama estava ainda na cama, a banca tinha loiça por lavar, a cama estava por fazer. “Um quarto perfeitamente normal, e até a janela estava entreaberta. Nada fazia prever que poderia ausentar-se, uma vez que até o carregador do telemóvel estava ligado à corrente”, reforça o familiar.
Manuel Vieira da Silva era considerado um homem bem-disposto, passava grande parte dos seus dias junto da família. “Nunca nos apercebemos que estaria a viver um processo depressivo ou que tivesse algum problema pessoal”, enfatiza um dos irmãos.
No final de 2021, o sanjoanense, que foi um antigo emigrante em Angola, e encontrava-se a residir num alojamento local, em S. João da Madeira onde vivia em permanência.

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