
Tiago Correia sinalizou na reunião de câmara uma situação que preocupa os moradores da zona no Mercado Municipal. Durante a noite, na passagem lateral junto ao mercado onde existe um “gaveto”, na rua 5 de Outubro, é frequente o “consumo de estupefacientes” e os moradores afirmam que se trata de um local de “insegurança”. O vereador da coligação sugeriu que o município, se possível, delimite o acesso, no sentido de dissuadir eventuais prevaricadores. “As pessoas sentem um clima de insegurança, devemos atacar e corrigir”, reforçou, pedindo à câmara municipal para que estude uma solução para vedar o local.
Ainda sobre o mercado municipal, o vereador deu nota de uma caleira solta, na parte traseira do edifício, que estará a vazar água para as garagens do prédio contíguo. Apontou, ainda, para uma questão que já tinha abordado em sessões anteriores: a limpeza do mercado e os resíduos dos operadores. Tiago Correia alertou para as descargas dos camiões de criação viva, às sextas-feiras e sábados, que provocam sujidade junto a um prédio. Durante a limpeza do mercado, acrescentou, há água com resíduos de carne e peixe que “muitas vezes escorre para o exterior”, provocando um “cheiro tremendo” nas imediações.
Além disso, Tiago Correia sinalizou ainda a recolha do lixo. Os resíduos depositados ao sábado, e que incluem restos de peixe e carne, só são recolhidos na segunda-feira, segundo informações prestadas “por mais do que um munícipe”, provocando um “cheiro extremamente incomodativo”.
O vereador pediu ao município que analise a situação e verifique se a SUMA está a realizar o seu trabalho “de acordo com o que está contratualizado”.
Jorge Sequeira tomou nota das situações reportadas e prometeu averiguá-las, afirmando não poder pronunciar-se, de momento, sobre as mesmas.
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