Política

Faturação da Sanjotec aumentou 24% em 2022

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Sanjotec teve um volume de negócios de 81 milhões de euros no ano passado e está perto da lotação máxima, o que indicia a necessidade de construir um novo polo. Os dados do relatório de desempenho organizacional de 2022 foram discutidos na assembleia

A apreciação do relatório do desempenho organizacional da Sanjotec em 2022 deu azo a debate na assembleia municipal. O vice-presidente quis destacar a “capacidade de renovação da Sanjotec”, que em 2022 acolheu oito novos projetos. O crescimento e a lotação quase plena dos edifícios, suportam a “necessidade de construir um novo polo”, constatou José Nuno Vieira, que destacou o volume de negócios no ano transato: 81 milhões, com mais de 50 milhões em exportações. Os números são um “bom indicador” para o autarca, que salientou o cerne da missão da Sanjotec: “criar valia à cidade”, através da captação de empresas ou da criação de mão de obra qualificada.
Pela coligação ‘Melhor Cidade do País’, Gonçalo Fernandes insistiu que “não faz sentido” discutir, a meio do ano, o relatório de desempenho organizacional do ano anterior quando o contrato programa de 2023 já foi aprovado. “Isso não nos permite perceber se é preciso alterar algo para que o desempenho organizacional da Sanjotec seja melhor”, denotou.
Paulo Duarte (CDU) considerou relevante conhecer “a taxa de criação de emprego e de tecido empresarial após o período de incubação” na Sanjotec. Lembrando os oito novos projetos instalados em 2022, o deputado questionou: “Os oito projetos produzirão, no futuro, oito novas empresas no concelho?”.
Leonardo Martins (PS) destacou que 2022 é ano de “retoma” para a Sanjotec, com boas taxas de execução e renovação de empresas e uma ocupação perto dos 100%. O socialista relevou o valor da faturação, que aumentou em 24%, um “crescimento superior ao da economia portuguesa” e que representa um “recorde de faturação das empresas da Sanjotec”. O deputado lembrou também o regresso do TECNET e destacou o memorando pioneiro assinado entre o município a organização Startup Portugal, que isenta de derrama as startups.
Em resposta à coligação, José Nuno Vieira esclareceu que o relatório não é “de avaliação do desempenho”, mas sim para dar a conhecer as atividades realizadas e “demonstrar que o dinheiro está a ser bem investido”. O vice-presidente mostrou abertura para trazer mais elementos à discussão, caso a oposição o entenda e existindo “exequibilidade”. À CDU, o vice-presidente não conseguiu “precisar o número de empresas” que se fixam na cidade, mas frisou: “Só por si, as empresas que estão na Sanjotec empregam cerca de 400 trabalhadores, um número considerável e cuja maior parte são técnicos qualificados”.

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