
Há modas que vão surgindo sobretudo encabeçadas por movimentos anárquicos que pretendem impor à sociedade os seus valores, como que para a mesma as suas pretensões fossem, para todos o melhor dos mundos.
E sabem muito bem o que pretendem: Destruir a mesma sociedade em nome da moralidade.
Consideram racistas e xenófobos quem tem a ousadia e a coragem de dar também a conhecer o motivo, por que pensam diferente.
É certo que também concordo que não respeitar e pôr a ridículo as LGTB, no que diz respeita à sexualidade, também não é justo e pode ser considerado racismo, mas as ideias que proclamam vão minando Portugal e a Europa, porque são falaciosas.
Já não bastava quererem que o aborto seja legalizado até às doze semanas de gestação, quando se sabe que há países cuja legalização já chega às 18, 14, 20 semanas e não obstante lamentam as crianças, sacrificadas que vão sofrendo e morrendo nos países em guerra.
Na eutanásia no SNS não querem médicos Objetores de Consciência que não a queiram fazer.
Já legalizaram o consumo de drogas até ao limite de 10 gramas para fins recreativos, quando se sabe que à medida que as 10 gramas não produzirem o efeito desejado o aumento é inevitável, com as consequências maléficas que o consumo das mesmas provocam na pessoa humana.
A identidade do género afirma que a sexualidade de homem e da mulher é um conceito social e cada um pode escolher ser homem ou mulher e pretendem começar a formatar as crianças desde o pré-escolar, tentando induzir as meninas a brincar com carros e os rapazes com bonecas.
Não será isto um atentado à natureza humana, pois a psicologia feminina é diferente da masculina!...
Do vocabulário destes falsos moralistas o chamar menino ou menina é uma ofensa. Deve optar--se por criança.
Pai por progenitor;
Rapazes e raparigas por malta;
Homem e mulher por pessoas que menstruam e pessoas que não menstruam. E este último conceito é chamado Wokismo do verbo inglês to wake que significa despertar. Woke é despertai.
Pretendem estes iluminados alterar a nossa História e os nossos heróis dos descobrimentos; destruir em Lisboa o monumento a eles dedicado; alterar as localidades e ruas com o nome de santos; alterar a nossa bandeira eliminando as cinco quinas e substituir a esfera armilar por um círculo amarelo;
Não incluir nas escolas o estudo dos Lusíadas;considerar proibidos livros dos nossos mais conceituados autores, denotando caráter inquisitorial.
Meus queridos leitores, este artigo foi-me sugerido pelo filósofo irlandês Edmund Burk, do século dezoito que cita um pensamento que considero brilhante:
“Para que o mal triunfe, basta que os bons fiquem de braços cruzados”.
É por tudo o que acabei de relatar que a esquerda na Europa está a marcar passo e a direita a avançar em muitos países, o que é pena, porque não há regimes políticos perfeitos, mas a democracia é um dos melhores.
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