Opinião

Consultas...

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“Tenho uma consulta!”. Esta é uma expressão que usamos para anular qualquer tipo de compromisso que possamos ter. Quando é verdade, na realidade, não é uma expressão que tenhamos muito prazer de usar. Consulta de cardiologia, de oftalmologia, de psicologia, de fisioterapia, de..., de... É infindável o rol de nomes que o nosso corpo pode motivar para uma consulta médica. Temos as consultas de rotina, convém não falharmos, sempre podemos fazer as nossas queixas e os subsequentes exames para confirmar, se as queixas são válidas ou não. Nesta altura ocorre-me pensar nas pessoas que são hipocondríacas. Quantas queixas, em vão, irão apresentar aos ocupados médicos.
Normalmente, quando falamos de consultas, esta ideia leva-nos para a medicina. Mas, como a maioria de nós, simples mortais, não somos enciclopédias, logo para sabermos de qualquer assunto temos de recorrer à consulta. Felizmente, nos tempos que correm, com as novas tecnologias, temos acesso rápido a consultas para qualquer fim. Para além das tecnologias, também podemos recorrer a consultadorias, que existem para todos os fins. Ainda bem que os nossos governantes, com alguma humildade, recorrem às consultas populares. O povo é quem mais ordena. Esta cantilena, que não passa disso, só se ouve uma vez por ano. É a rotina anual. Depois, vêm com as manifestações, todas a reclamarem mais uns euros para os seus bolsos.
Depois disto, vou consultar a meteorologia. Parece que se vai confirmar aquele ditado popular : “Em maio comem-se as cerejas ao borralho.”
Na música, WDR Big Band – a experiência Prince/concerto.
Nos livros, Colin McGinn escreve “Não me f**** o juízo – Critica de manipulação mental”.
Já agora, não se esqueçam de consultar os astros.

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