
No dia 1 de março, decorreu, no auditório da Escola Básica e Secundária Oliveira Júnior, a reunião de Conselho Geral para a tomada de posse da diretora Paula Azevedo.
Do seu discurso, a nova diretora destacou linhas que nortearão a sua ação “sentido de responsabilidade” e “compromisso para com a comunidade AEOJ”, o qual se pautará pela “integridade, paixão e dedicação”.
Apresentou sucintamente o seu percurso na docência que lhe facultou experiência e uma visão real da escola de hoje e explicou o que o projeto de candidatura ao cargo lhe exigiu“ uma autoavaliação da minha ação docente, desenvolvida ao longo de mais de 27 anos, acrescida de uma reflexão acerca do futuro da escola, no contexto da escola pública numa sociedade em mudança”. Perspetivando a ação a desenvolver, considerou que “o foco incide principalmente no futuro, com ação imediata num presente que deseja mudança e que beneficiará da minha experiência, permitindo antecipar cenários e agir de forma proativa. A minha dedicação e profissionalismo, assentes no profundo e vasto conhecimento que tenho desta escola, serão as linhas orientadoras da minha ação.”
A valorização do trabalho concertado e em equipa levou a diretora Paula Azevedo a afirmar que “O sucesso de uma organização educativa depende do envolvimento e do compromisso de todos os agentes educativos, implicando uma ação, reflexiva e colaborativa. A minha responsabilidade será, também, a de indicar caminhos, ser sensível às necessidades da comunidade e facilitar o trabalho de todos os elementos que integram a comunidade educativa AEOJ. Pretendo criar um ambiente onde todos se sintam valorizados, capacitados e inspirados, portanto, um ambiente onde todos se sintam motivados para mostrar o seu pleno potencial. Do meu ponto de vista, é muito importante reconhecer o papel vital dos professores e do pessoal não docente. São eles que estão na linha de frente, dedicando-se incansavelmente, dia após dia, ao sucesso e bem-estar dos nossos alunos. Vamos certamente aprender uns com os outros, enfrentando desafios, e agindo no sentido de cumprir as metas que norteiam o nosso trabalho. Reconheço a importância da colaboração e do trabalho em equipa, portanto, assumo o compromisso de trabalhar em estreita colaboração com todos os membros da comunidade escolar, para criar um ambiente de aprendizagem seguro, integrador, colaborativo, de confiança e bem-estar emocional.“
Finalmente, revelou os propósitos do seu projeto de intervenção com o desejo de fazer mais e melhor pelos alunos, formando-os numa cidadania responsável e preparando-os para vida ativa, para que se tornem adultos responsáveis, em nome da liberdade e da democracia. “O meu projeto de intervenção alicerça-se no reconhecimento do esforço e dedicação de todos, na construção de uma escola integradora, humanista, humanizada e solidária.”
Na conclusão, retomou a ênfase no trabalho de equipa e na necessidade de colaboração entre todos os agentes da comunidade educativa: ”Acredito que, quando trabalhamos juntos, respeitando as diferenças e reconhecendo o valor de cada um, somos capazes de alcançar resultados extraordinários.”
A intervenção terminou com a apresentação da equipa que vai constituir a nova direção e uma palavra de agradecimento aos presentes e a todos os que a apoiaram e ajudaram no dia a dia escolar neste processo que conduziu à tomada de posse.
Mês dos afetos
Contos, poemas, lidos ou escritos, a arte do desenho e da ilustração, as mensagens aos amigos e amigas, tudo brotaram das mentes vivas de crianças e jovens do AEOJ. Em todo um mês, imperou a Didática dos Afetos. Que todos os meses sejam fevereiro!
“O que (não) é amor”
No dia 14 de fevereiro, a Juventude Cruz Vermelha, a CPCJ, o Espaço Aurora e o Banco Local de Voluntariado de São João da Madeira juntaram-se com o objetivo comum de assinalar o mês dos afetos através da ação “O que (não) é amor”. Esta ação aconteceu na Escola Secundária Oliveira Júnior e abordou a mobilização da violência no namoro e a promoção de relações saudáveis e equilibradas.
No dia 21 de fevereiro aconteceu a segunda edição da ação “O que (não) é o amor”.
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