Cultura e Lazer

“Tocar em teatros ou auditórios é também uma experiência intensa”

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Os Clã sobem ao palco da Casa da Criatividade, no próximo dia 4 de outubro. Manuel Azevedo, vocalista da banda, revela em primeira mão que a digressão VÉSPERA está a chegar ao fim – terminará no final de 2023

Jornal ´O Regional’ - O que é que os Clã vão apresentar neste concerto?
Manuel Azevedo - O concerto que apresentaremos no dia 4 de outubro no palco da Casa da Criatividade faz parte da digressão VÉSPERA – as 10 canções do nosso último álbum são o foco do concerto, podendo também escutar-se canções doutros trabalhos nossos que estão de algum modo ligadas ao universo sónico e expressivo que exploramos nesta tour.

Haverá surpresas?
A beleza dos espetáculos ao vivo é que há sempre espaço para nos surpreendermos – na plateia e no palco!...
Mas, apesar de não termos convidados surpresa, haverá espaço para partilharmos algumas descobertas que a estrada nos foi trazendo, mais concretamente, um ou outro tema de outros artistas que nos inspiram.

Que diferenças sente uma banda a atuar num festival ou numa sala tecnologicamente equipada, como é o caso da Casa da Criatividade, em S. João da Madeira, onde vão estar?
Apesar de gostarmos muito de tocar quer em festivais, quer em salas ou teatros, é certo que são experiências muito diferentes. Os palcos de festival têm uma grande energia “rock” que pede gestos largos, som alto, corpos aos saltos... Mas tocar em teatros ou auditórios é também uma experiência intensa! Uma ocasião preciosa para procurar uma maior intimidade na música que se faz, para procurar iluminar, de forma mais delicada e cuidada, certos detalhes das canções, das palavras e dos sons que as constroem. E a Casa da Criatividade, que tem excelentes condições técnicas e um palco que me lembro de ser muito confortável e com muito bom som, será uma sala perfeita para procurarmos essa atmosfera especial.

Públicos locais, como o de S. João da Madeira, costumam surpreender os Clã?
Esta digressão tem sido incrível pela forma generosa, cúmplice e atenta com que temos sido recebidos pelo país fora. E sim, somos muitas vezes surpreendidos com os públicos que vamos encontrando e com as diferentes reações ao nosso trabalho.

31 anos depois da formação da banda, que caminhos os Clã pretendem ainda trilhar? 
A digressão VÉSPERA está a chegar ao fim – terminará no final de 2023 – e no próximo ano estaremos ocupados com um projeto especial e iniciaremos a procura dos novos passos criativos dos Clã. Ainda não sabemos que caminhos serão esses, mas seguramente será território desconhecido.

Para quando está previsto o próximo álbum dos Clã e em que consistirá o disco?
Como referi acima, só em 2024 é que começaremos essa busca. Para já, ainda é um mistério a descobrir.

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