Sociedade

Há cerca de 300 pessoas na cidade a receberem Rendimento Social de Inserção

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Há aproximadamente 300 pessoas a beneficiarem Rendimento Social de Inserção, na cidade, número que aumentou com a pandemia e com as medidas de confinamento. Os casos são acompanhados pela Santa Casa da Misericórdia, Ecos Urbanos e e Segurança Social

As famílias apoiadas pelo Rendimento Social de Inserção (RSI) que vivem em S. João da Madeira aumentaram com a pandemia e com as medidas de confinamento.
A equipa do Protocolo de RSI da Santa Casa da Misericórdia acompanha, atualmente, 119 famílias, que abrange um total de 232 pessoas, sendo que 72 são indivíduos isolados, refere fonte da Misericórdia a ‘O Regional’.
Analisando estes dados, a Misericórdia adianta que 59% dos indivíduos não terão inserção pela via profissional, seja por estarem integrados em contexto escolar (29%), seja por terem mais de 55 anos, observando-se que a idade é um dos fatores que condiciona a inserção laboral. “Importa referir que 14% dos indivíduos encontram-se em situação de doença prolongada, perspetivando-se que uma autonomização da medida passará por outro enquadramento, que não a via profissional”.
Neste sentido, a intervenção social passa “necessariamente por um olhar diferenciado e focado nos indivíduos, nas suas vulnerabilidades e potencialidades”, adequando as estratégias de intervenção e respostas sociais, de forma a promover uma melhoria da sua situação pessoal, social, económica e familiar.
A mesma fonte dá ainda conta de que há uma diversidade de respostas e programas sociais, que tanto beneficiários de RSI como de Ação Social podem ter acesso ou enquadramento, mediante o diagnóstico social de cada situação.  “Falamos de respostas típicas, como Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário, Cantina Social, entre outras, ou ainda programas do foro alimentar, e/ou outros projetos a decorrerem a nível local e/ou nacional”.
As faixas etárias onde se registam mais beneficiários enquadram-se entre os 0 e os 18 anos: 69 indivíduos, e acima dos 55 anos, onde se encontram 68 pessoas. Neste momento, o género mais representado é o feminino, com 133 pessoas.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3880 de O Re­gi­onal,
pu­bli­cada em 24 de fevereiro de 2022

 

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