Cultura e Lazer

Luís Filipe Guerra apresenta livro “Crónicas Transmontanas”

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É já no próximo dia 27 de janeiro que o autor Luís Filipe Guerra apresenta o seu livro, mais precisamente o conjunto de narrativas “Crónicas Transmontadas”. A sessão ocorre pelas 16h00 na Biblioteca Municipal Renato Araújo, sendo que a sua apresentação estará a cargo de Isabel Pardal, professora e coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares.
O conjunto destas crónicas foi redigido entre fevereiro de 2012 e janeiro de 2023, período durante o qual o autor trabalhou numa cidade transmontana, na sequência da sua colocação como juiz num tribunal da região. As narrativas recolhem as observações e reflexões de Luís Guerra sobre a paisagem social e natural envolvente, não apenas numa escala local ou regional, mas também nacional e internacional, além das experiências internas que o mesmo foi tendo nesse lapso de tempo.
Estes textos com apenas algumas alterações pontuais, foram originalmente publicados em dois jornais transmontanos: o Diário de Trás os Montes e o Mensageiro de Bragança. Além do importante contexto temporal que enquadra estas histórias, estão também presentes elementos que as transcendem, que se afiguram como pistas de ação e reflexão para o futuro. É possível, igualmente, através destes artigos, passar um olhar humanista e uma intenção humanizadora, em conformidade com as vivências do autor no âmbito das diversas expressões organizativas da corrente de pensamento conhecida como Humanismo Universalista.


Sobre o autor
Luís Filipe Guerra, tem 57 anos, é natural de S. João da Madeira e reside em Vila Nova de Gaia. É pai de dois filhos, licenciado em Direito, e exerce atualmente como juiz, depois de experiências profissionais anteriores como advogado, mediador de conflitos e juiz de paz. Participa no Movimento Humanista, desde 1986, sendo atualmente membro do seu organismo Centro Mundial de Estudos Humanistas. Nessa qualidade, é um dos promotores do Parque de Estudo e Reflexão Minho, na Póvoa de Lanhoso, e ajudou a fundar a organização não-governamental Observatório dos Direitos Humanos, com sede no Porto, à qual tem vindo a presidir nos últimos anos.

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