
É um livro para crianças que destaca a relação das crianças com a natureza, permitindo à criança “usufruir de novas energias e conhecimentos” que a levam a ter outra “perceção de si e do mundo que a rodeia”, segundo o seu autor Jacinto Silva Borges.
Crianças na Natureza – Uma nova atividade para Crianças dos seis aos 12 anos”, de Jacinto Silva Borges, é o novo livro do escritor e que aborda temáticas “muito interessantes”, como a “relação da Criança com a Natureza, relação da Criança e Natureza na sua composição, os reinos da Natureza e os seus quatro elementos, os espíritos da Natureza e a sua linguagem, as árvores como as antenas da Terra e a comunicação com a Natureza”.
O livro contém 74 páginas e foi apresento no último domingo, dia 8, no Parque do Rio Ul, em frente aos bancos de jardim. “É necessário que a criança possa usufruir de novas energias e conhecimentos que a levem a ter outra perceção de si e do mundo que a rodeia”, assume o escritor. Num local, que tem como companhia a margem do Rio Ul, permite aos mais pequenos “atividades que os levam a sentir, a ouvir e a observar a natureza”, fazendo deste livro uma “obra simples mas importante para criança”. “Ela passa a tomar consciência do seu corpo, a estar em harmonia com a sua Alma e com as suas capacidades intuitivas”, refere o autor.
“Uma escrita simples e despretensiosa”
“Setenta e quatro páginas de uma escrita simples e despretensiosa, da autoria de uma pessoa igualmente simples e afável”. A frase é de Irene Guimarães, responsável pela apresentação da nova obra do escritor com fortes ligações a S. João da Madeira.
Para a vereadora da Câmara Municipal, o livro aborda a “importância de um direito inalienável das crianças”, o contacto com a natureza, na suposição de que “todas elas necessitam dessa experiência no sentido de assegurar o seu crescimento físico e intelectual de forma saudável e harmoniosa”. “Uma infância desconectada com a natureza pode gerar desatenção e infelicidade”, sendo este um dos alertas do livro, assegura a vereadora.
“Assim, e no pressuposto de que a natureza não é, tão-somente, um marco referencial para as crianças, mas, sim, fonte de estímulos, de variadas descobertas e de experiências sensoriais completas, complexas e insubstituíveis, a mensagem principal aponta que o contacto com a natureza representa um relevante impacto sobre as emoções das crianças, a sua imaginação e a sua criatividade”, rematou.
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