
Como é normal nas instituições ligadas ao ensino, a Universidade Sénior do Rotary concentrou na parte final do ano letivo algumas das atividades mais significativas do seu plano de ação. O ano que termina ficou marcado pelo aumento significativo do número de alunos e, consequentemente, pelo aumento de participantes nessas atividades.
No dia 27 de junho decorreu, na sala polivalente da Biblioteca Municipal Renato Araújo, a inauguração da Exposição dos 59 trabalhos dos alunos de Pintura e Artes Manuais. O tema geral era “Reciclagem e ou reutilização de materiais”, com trabalhos realizados sob orientação dos professores Mónica Coutinho, de Pintura, Maria Alice e Manuel de Oliveira de Artes Manuais. A inauguração contou com a presença do presidente da Câmara, Jorge Sequeira, e das vereadoras Irene Guimarães e Paula Gaio. Recorde-se que a exposição continua na Biblioteca Municipal até ao dia 27 de julho, disponível para ser apreciada pelo público.
Após a inauguração da exposição, realizou-se, nas instalações da Universidade, uma sardinhada seguida de arraial e bailarico, a materializar o bom espírito de convívio e de amizade que se cultiva na instituição.
No dia 1 de julho aconteceu outro dos momentos tradicionais da vida universitária sénior: o Sarau de fim de ano letivo. Este ano, o espetáculo foi construído em torno da rábula “O roubo das joias da rainha”, criada e encenada pelo Grupo de Teatro da Universidade, o Anim’arte, um caso que envolvia o roubo de joias do tempo de D. João III, obrigando um tal Sebastião a disfarçar-se de Sherlock Holmes, para encontrar o ladrão. Enquanto as investigações decorriam, foram passando pelo palco as turmas de Danças de salão, Folclore e, a encerrar, a Tuna. Foi uma noite divertida, cheia de imprevistos e de revelações comprometedoras que provocaram o desmaio coletivo de algumas das implicadas.
Para terminarmos em beleza, realizou-se no dia 3 de julho o também habitual passeio final de ano letivo, este ano na região Centro: Grutas de Mira Daire, Torres Novas e Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento. Depois do deslumbramento nos cenários nas profundidades da Terra, os viajantes dirigiram-se à simpática cidade de Torres Novas, onde foram acolhidos e orientados pelos serviços municipais de Turismo. O circuito iniciou-se no núcleo Museológico da Central Hidroelétrica do Caldeirão, a que se seguiu um passeio por ruas e praças torrejanas até ao Castelo.
No Museu Nacional Ferroviário, núcleo do Entroncamento, o grupo foi recebido por um guia apaixonado pela ferrovia, que não escondeu a sua mágoa e muita nostalgia pelo abandono a que foram votados os caminhos de ferro. Mesmo assim, sobrou tempo para algum humor em torno dos nomes e da história de algumas das velhas máquinas.
Apesar de não podermos regressar de comboio, voltamos a São João da Madeira culturalmente mais ricos e muito bem dispostos.
O próximo ano letivo iniciar-se-á na segunda semana de setembro. Para conhecer melhor a nossa atividade, os interessados poderão consultar as nossas páginas no Facebook e na internet. Por agora, votos de “Boas Férias”.
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