
Município outorgou contrato de financiamento com a Área Metropolitana do Porto, no quadro do Plano de Recuperação e Resiliência. Verba destina-se ao desenvolvimento de medidas de natureza material e imaterial ao longo dos próximos quatro anos
A Câmara Municipal de S. João da Madeira e a Área Metropolitana do Porto (AMP) assinaram um contrato de financiamento de cerca de 3 milhões de euros, destinado à concretização de medidas de natureza material e imaterial junto de quem mais precisa. Dessa forma, será possível, nas palavras do presidente da autarquia, Jorge Sequeira, “robustecer significativamente” a ação social desenvolvida pela edilidade.
Foi o próprio autarca que, no Dia da Cidade, revelou a outorga, no final de março, desse contrato, documento que se enquadra no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e que estabelece os termos e condições do apoio à execução do Plano de Ação das Operações Integradas do Território de Intervenção AMP Sul, que inclui o concelho de S. João da Madeira, bem como Arouca, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra.
Na sequência dessa revelação, “O Regional” procurou conhecer mais pormenores sobre a maneira como esse financiamento de três milhões de euros será aplicado pela Câmara Municipal de S. João da Madeira. O nosso jornal está em condições de adiantar que tipo de iniciativas a autarquia perspetiva implementar no concelho no âmbito do plano de ação desta operação integrada dirigida às comunidades desfavorecidas na AMP, tendo em vista a implementação de políticas de natureza social, durante os próximos quatro anos.
Autarca destaca “integração social”
Em declarações ao nosso jornal, o Presidente da Câmara afirmou que “este financiamento irá permitir colocar em prática ações dirigidas prioritariamente a munícipes inseridos em contextos socioeconómicos mais vulneráveis”. Pretende-se, nomeadamente, a “concretização de medidas inovadoras que contribuam para a saúde e bem-estar das pessoas dessas comunidades, bem como para a sua autonomia e integração social”, acrescentou o autarca.
Nesse sentido, e ao nível imaterial, Jorge Sequeira revela que “serão desenvolvidos projetos de apoio social junto desses cidadãos, assim como iniciativas de promoção da atividade física, da oferta cultural e do acesso a cuidados de saúde”, entre outras ações. Já as medidas de natureza material vão incluir, nomeadamente, a “reabilitação de espaços e equipamentos públicos, de forma a torná-los mais inclusivos e melhor preparados para dar resposta a essas comunidades”.
O Plano de Ação das Operações Integradas do Território de Intervenção AMP Sul vai ser dado a conhecer no próximo dia 3 junho, às 16h00, numa sessão de apresentação a realizar no Europarque, promovida pelos municípios de Arouca, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira e Vale de Cambra.
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