Sociedade

“Se estas instituições não falham, o Estado não pode falhar com elas”

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Numa passagem pela CERCI de S. João da Madeira, a secretária de Estado da Ação Social visitou as obras do Lar Residencial da instituição, enaltecendo o trabalho ali realizado ao longo dos anos e frisou a necessidade de “trabalhar” a inclusão.

A secretária de Estado da Ação Social e inclusão assumiu durante uma visita à CERCI de S. João da Madeira o envolvimento do Governo com a inclusão, garantindo a necessidade de “trabalhar estas matérias, para que seja uma realidade E para uma sociedade mais justa”.
Maria Clara Marques Mendes veio visitar as obras em construção do Lar Residencial, que devem ficar concluídas até ao final de 2025, e conta com um investimento global de cerca de três milhões de euros, garantiu, na última sexta-feira, dia 6, aos jornalistas, que a instituição sanjoanense é um “exemplo das respostas que tem dado”, e considerou ainda “importantíssimo” que essas mesmas respostas possam ser alargadas, quer ao nível de Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) quer ao nível de Lar Residencial”, congratulando-se com as obras ali em curso, junto ao edifício principal.
A secretária de Estado da Ação Social disse que o Governo “está a trabalhar afincadamente no setor social”, uma vez que “as pessoas são o nosso foco” e anunciou proceder ainda em setembro a uma atualização extraordinária das comparticipações do Estado para o setor social, “um setor que tem que ser reconhecido”, ressalvando que a atualização extraordinária agora anunciada não abrange todas as respostas do setor social.

Lar Residencial
Obra de construção do futuro Lar Residencial da Cerci

Ainda aos jornalistas fez questão de reforçar que instituições como a CERCI de S. João da Madeira “têm uma missão de serviço público, porque, efetivamente, elas substituem-se ao Estado na resposta que dão, porque o Estado não tem esta proximidade que as instituições têm com as pessoas, não consegue apreender todas as reais necessidades que a sua comunidade precisa” garantindo, que “se estas instituições não falham o estado não pode falhar com elas”.

Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa n.º 4001, de 12 de setembro de 2024 ou no formato digital, subscrevendo a assinatura em https://oregional.pt/assinaturas/
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