
O hospital de dia para doentes oncológicos do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, que ocupa o último piso do Hospital da cidade desde janeiro deste ano, realizou, em cinco meses, cerca de 3.500 consultas das quais 175 foram primeiras consultas.
O Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga (CHEDV), em Santa Maria da Feira, transferiu o seu hospital-de-dia de oncologia para o 3.º piso do Hospital de S. João da Madeira, além de toda a equipa médica associada, dia 31 janeiro deste ano.
A unidade sanjoanense passou a ter um movimento de “fluxo de pacientes diários” que não tinha antes da chegada deste serviço à unidade de saúde de S. João da Madeira, refere fonte hospitalar.
Por aquele serviço passam as primeiras consultas de oncologia e consultas subsequentes desta especialidade médica, hematologia clinica e oncologia. Desde a sua abertura até maio, foram realizadas o total 3 492 consultas médicas, sendo 175 novas desta especialidade. Segundo dados do Centro Hospitalar, foram ainda realizadas 2 856 sessões de quimioterapia a 639 doentes. Relativamente às consultas de enfermagem, fixaram-se, nesse período, nas 1768 consultas.
Segundo fonte hospitalar, a unidade tem capacidade para uma média de 25 a 30 doentes, os mesmos que vinham sendo acompanhados na clínica privada em Santa Maria da Feira, onde funcionava este serviço antes da sua transferência para a unidade de saúde sanjoanense. “Para que tivéssemos conseguido disponibilizar este espaço, foi necessário reorganizar uma parte da atividade de Cirurgia de Ambulatório, que utiliza espaços do terceiro piso para a pernoita dos doentes operados no final de cada dia”, salientou a mesma fonte.
O hospital-de-dia de oncologia conta atualmente com 40 profissionais, entre médicos, enfermeiros e assistentes operacionais e técnicos.
Ainda de acordo com a mesma fonte, o “movimento” no Hospital de S. João da Madeira “é muito superior desde a abertura deste serviço. Entre doentes, familiares, bombeiros. Um corre-corre que não era sentido com tanta intensidade há muito”, garante.
Artigo disponível, em versão integral, na edição nº 3899 de O Regional,
publicada em 7 de julho de 2022
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