Rostos sem Máscara

Rostos sem Máscara - 10 - “Trabalhar nas limpezas é um serviço mal pago”

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Começou a trabalhar com o Pai numa empresa de calçado quando tinha 18 anos. Aos 21 decidiu “arriscar” num negócio só seu. José Pinheiro gere uma empresa de limpeza em S. João da Madeira desde 2001 e lamenta que a profissão seja muito mal paga.

Foi uma conversa rápida em plena hora de almoço. Mesmo assim o telefone de José Pinheiro não para de tocar. Uma funcionária a informar que a limpeza está concluída, outra necessita de uma informação e ainda um cliente a tentar agendar uma limpeza para o dia seguinte. A Blue Butterfly, emprega atualmente seis funcionários. Cinco mulheres e um homem.
Na sede é possível verificar prateleiras com os vários detergentes concentrados, para as determinadas funções. “Não facilito na qualidade dos produtos. O cliente tem que ficar bem servido. Exijo qualidade no trabalho da minha equipa bem como na escolha dos produtos utilizados na limpeza de casas particulares, condomínios, áreas comerciais ou qualquer edifício em fim de obras”.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3869 de O Re­gi­onal,
pu­bli­cada em 9 de dezembro de 2021

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