
A queda de parte da fachada de um edifício devoluto levou a Proteção Civil a interditar um troço do passeio no início da Rua 11 de Outubro, em São João da Madeira. A decisão foi tomada na última semana por razões de segurança.
A queda de materiais de um edifício devoluto obrigou, na última semana, à interdição de um troço do passeio no início da Rua 11 de Outubro, em São João da Madeira, por motivos de segurança.
O desprendimento ocorreu num prédio que se encontra desocupado há várias décadas. No local funcionou, no passado, uma reconhecida fábrica de guarda-chuvas. Perante o risco de novos incidentes, a Câmara Municipal de São João da Madeira decidiu vedar o acesso ao imóvel e impedir a circulação pedonal junto à fachada degradada.
Em resposta às perguntas enviadas por O Regional, a autarquia esclarece que a delimitação do passeio em frente ao edifício privado foi executada pelos serviços municipais de Proteção Civil.
“Essa intervenção visa prevenir riscos face à queda para a via pública de elementos da fachada do referido imóvel, que se encontra sem utilização e que se tem vindo a degradar”.
Ainda de acordo com informação do município, o proprietário “já foi contactado” e notificado em diferentes momentos pelos serviços municipais para a necessidade de intervir no edifício. O alerta, asseguram, voltou a ser reiterado após a ação preventiva realizada pela Proteção Civil municipal.
A autarquia refere também que, caso se esgotem todas as diligências junto do proprietário sem que seja realizada qualquer intervenção para travar a degradação do imóvel, a lei prevê a possibilidade de o município avançar para a posse administrativa do edifício. Nesse caso, “poderão ser realizadas obras de salvaguarda, sendo os respetivos custos imputados ao proprietário”.
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