
Há três anos como Provedora dos Animais em S. João da Madeira, Ângela Quaresma esteve à conversa com `O Regional`, onde fez um balanço do seu tempo no cargo.
Por considerar que “todos” devem fazer algo pela sua cidade na “área da qual gostem ou têm conhecimento”, Ângela Quaresma aceitou o desafio de assumir este cargo, proposto da Câmara Municipal. Em fevereiro de 2025 farão então quatro anos desde que iniciou funções, data essa em que cessa o seu mandato. Além dos motivos anteriores, a responsável considerou que as razões que levaram a autarquia a criar esta função, foi “a vontade de fazer mais e melhor com alguém que possa dar visões diferentes, e assim melhorar o dia a dia dos animais”. Ao longo destes anos de trabalho existem “várias situações que vêm sendo melhoradas”, e “todos” estão “empenhados” em continuar no caminho de tentar “criar uma cidade com menos maus tratos e abandonos”, acrescentou.
Desde o início, o seu maior objetivo foi “dar voz aos animais”, e fazer com que “os seus direitos” fossem “respeitados”, sendo que acredita estarmos “no bom caminho”. Apesar de existirem situações que “devemos melhorar”, a provedora sublinha que “não depende exclusivamente de uma pessoa”, mas sim “de uma sociedade em geral”.
“Todos estamos empenhados em continuar este
caminho e criar uma cidade com menos maus-tratos e abandonos”
Na perspetiva da responsável, não se consegue “acabar com abandono”, “por muita sensibilização que se faça”, uma vez que algumas pessoas “não estão conscientes da responsabilidade que é ter um animal”, e que o mesmo “faz parte da família e deve ser respeitado como tal”. Além disso, admitiu ter ainda “algumas propostas” que estão a ser analisadas e que “trarão uma melhor resposta para os animais da cidade”.
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