Sociedade

Movimento Cívico pela Linha do Vouga alerta para queixas devido aos atrasos do Vouguinha

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O MCLV diz estar preocupado com os “constrangimentos” verificados nas circulações diárias de comboios provocados pelo avanço das obras

O Movimento Cívico pela Linha do Vouga (MCLV) diz estar preocupado com os “constrangimentos” verificados nas circulações diárias de comboios provocados pelo avanço dos trabalhos de renovação integral de via. “Temos recebido diversas queixas por parte de utentes e funcionários da CP - Comboios de Portugal, sobretudo, devido aos atrasos resultantes da limitação da velocidade de circulação a 10km/h na extensão já intervencionada”, referem em comunicado.
A mesma nota dá ainda conta de que a obra arrancou há pouco mais de um mês, na estação de Oliveira de Azeméis, e que já se encontra, “à saída do apeadeiro de Santigo de Riba-Ul, ou seja, a quilómetros de distância do ponto inicial”. No entanto, explicam que, verificada a ausência de maquinaria para a realização do ataque mecânico pesado na zona intervencionada, continua o documento, “significa que temos dois quilómetros de obra inacabada e comboios a circularem a uma velocidade extremamente reduzida”.
Assim, o Movimento apela às entidades responsáveis pela execução da obra, “nomeadamente, a Steconfer e a Infraestruturas de Portugal, para que sejam céleres na resolução deste problema e que façam os esforços necessários para que a maquinaria (atacadeira) chegue o quanto antes à Linha do Vouga”, para que a obra possa ser “totalmente finalizada na zona já intervencionada” e, desse modo, seja reposta a velocidade normal de circulação, a fim de evitarem mais constrangimentos por quem utiliza este meio de transporte.
Recorde-se que o MCLV congratulou-se, em janeiro deste ano, pelo arranque das obras da renovação integral de via entre Oliveira de Azeméis e Santa Maria da Feira. Referiam na altura que, “apesar de começar com alguns atrasos, é bom verificar que já existe obra no terreno e esperamos que muito em breve possa ser replicada no troço central, entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga”, pedia o MCLV.
O início dos melhoramentos na ferrovia foi assumido na altura como “uma pequena vitória”, demonstrando “que vale a pena lutar por esta linha centenária”, assumia o MCLV.

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