Sociedade

“Há dores que não desaparecem, mas não precisam de ser atravessadas em silêncio”

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Escrever sobre a perda de um filho foi, para Isabel Ferraz, um ato de coragem e de sobrevivência, sustentado na convicção de que “o amor não desaparece com a morte, transforma-se e continua presente de outras maneiras”. “Escrevo-te… para não me perder” é uma obra que retrata o processo de luto de uma mãe que viu o filho, diagnosticado com um cancro cerebral aos sete anos, partir. Vai ser apresentado a 8 de março, na Casa da Criatividade, data em que Pedrinho nasceu. É uma forma de o homenagear e de celebrar a . . .

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