Sociedade

FC Arouca realizou exames médicos no Centro Médico da Praça

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A medicina desportiva continua a ser uma das ofertas do Centro Médico da Praça, em S. João da Madeira. Numa parceria que já é mantida há seis anos, o Futebol Clube de Arouca, realizou os exames médicos e físicos dando início à nova época desportiva.

O FC Arouca, recentemente promovido à Liga NOS, deu início aos trabalhos da nova época, com a realização dos tradicionais exames médicos e físicos, no Centro Médico da Praça (CMP), em S. João da Madeira. Esta é uma parceira que é mantida desde há seis anos, conforme confirmou a ‘O Regional’, Fausto Sá, administrador da empresa, que admite ainda que acaba por dar “alguma visibilidade ao CMP”.
No entanto, recorda que este foi um ano atípico, com o campeonato a disputar-se com a obrigatoriedade da testagem permanente aos plantel e equipa técnica mas, segundo o administrador do CMP, o FC Arouca foi um clube que trabalhou muito bem no sentido de prevenir a propagação da doença e de acautelar a condição física dos atletas, porque “tem tudo muito bem estruturado”. Nesse sentido, lembra que o clube fez “95% dos testes PCR”, que são muito mais fiáveis. E, provavelmente, o resultado aconteceu no fecho da época, onde a equipa terminou em grande ao conseguir a subida à primeira liga.
Agora, já a pensar na nova época, o clube voltou a S. João da Madeira para elaborar o “batalhão” de exames médicos aos jogadores. O CMP colocou à disposição “um check-up analítico fortíssimo, com marcadores tumorais e marcadores víricos. No total, são feitas 17 análises mas, em especial, é feita a análise à Hepatite C, principalmente por causa dos atletas africanos, porque muitos deles têm a doença, e isso provoca uma grande debilidade no fígado e picos de apatia que afetam a sua performance”. Na sequência dos exames é feito ainda um ecocardiograma e prova de esforço “de cerca de 20 a 25 minutos, porque a responsabilidade também é nossa”, lembra Fausto Sá, preocupado com o facto de acontecer alguma coisa a um atleta, numa altura que está tão fresco na memória de todos o caso do jogador Christian Eriksen, da Dinamarca. “Nós não começamos as provas sem a presença de um médico cardiologista, e depois, em caso de necessidade, temos um desfibrilhador”.
Atualmente, no CMP é responsável também pelos exames médicos à equipa de hóquei da Oliveirense e alguns exames à equipa de basquetebol e de futebol da AD Sanjoanense.

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