
Das 24 reuniões feitas para o efeito, todas culminaram com a aprovação da candidatura ao programa 1º Direito, com os proprietários que não são elegíveis aos apoios a votar favoravelmente também.
O vereador centrista mostrou-se, uma vez mais, preocupado com os condomínios onde nem todos os proprietários são elegíveis ao programa e a possibilidade de estes não darem o seu acordo à intervenção, por não acharem justo ou entenderem ser discriminatório, conforme explicou.
Frisando que “o que interessa, no fim, é que se possa aproveitar o máximo da verba”, João Almeida quis saber qual a estratégia e como todos podem “ajudar na sensibilização”, para que nos condomínios onde a maioria não seja elegível ao programa do Governo tal não “comprometa a intervenção”.
Na resposta, o Presidente da Câmara, Jorge Vultos Sequeira, começou por recordar que, no que diz respeito ao munícipio, além de estar “praticamente concluído o projeto de reabilitação de um conjunto de fogos na praça Barbezieux”, está adjudicado o projeto de arquitetura e reabilitação de fogos da PSP e da GNR, estando “prestes” a ser assinado com os serviços sociais da GNR o contrato promessa para a aquisição de fogos dessa entidade.
“Recentemente, obtivemos o acordo escrito da Diocese do Porto para adquirir um terreno na Devesa Velha, onde na nossa estratégia projetamos construir habitações novas para resolver problemas de carência”, informou ainda o edil.
Nos privados, o autarca sublinha que o 1º Direito financia pessoas em situação de carência económica e, nesse sentido, a câmara está “a ajudar as pessoas a organizarem-se”, através de reuniões. “Somos dos poucos municípios a fazer este trabalho de campo com esta intensidade”, referiu Jorge Vultos Sequeira, segundo se apercebeu há alguns dias, conforme indicou.
Artigo disponível, em versão integral, na edição nº 3876 de O Regional,
publicada em 27 de janeiro de 2022
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