
Das 11728 refeições servidas entre junho e outubro de 2023 pela Cantina Social da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira, 9486 estão protocoladas, mas 2242 não são abrangidas pelo Programa de Emergência Alimentar. O município aprovou, por isso - e por unanimidade, um apoio de 5605 euros para apoiar as refeições que não são comparticipadas.
O vereador da Coligação PSD/CDS, Tiago Correia, destacou “o mérito deste serviço que a cidade presta”, para alertar e pedir ao executivo que desafie os seus pares – dos municípios da Área Metropolitana do Porto e da Associação de Municípios Terras Santa Maria - “a terem um serviço igual”. Isto porque, realçou o vereador, há “muita gente que não é de S. João da Madeira e que está a migrar para cá por causa deste serviço”. O vereador sinalizou ainda que com a opção de takeaway há quem coma “em galerias de prédios” ou “na zona do museu” deixando ficar “recipientes”, situações que deixam as pessoas “indignadas” e que criam também um “clima de insegurança”. Em resposta, José Nuno Vieira apontou que os problemas descritos têm “sido minimizados” e que o município, a Santa Casa e a Unidade do Ambiente estão “atentos ao tema”. Quanto a desafiar presidentes de câmara vizinhas, o vice-presidente afirmou que essa pretensão pode ser “alargada a muitos outros programas” além da Ação Social. O apoio foi aprovado por unanimidade.
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