Sociedade

ASSP: uma ‘casa’ de aprendizagem em família

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Há 43 anos que a Associação de Solidariedade Social dos Professores (ASSP), enquanto Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), foi criada no país e, em São João da Madeira, a delegação surgiu há 10 anos.

De âmbito nacional, a ASSP conta com quase 10.000 associados. É difícil quantificar quantos associados existem no concelho sanjoanense, mas, em 2014, a delegação de Aveiro descentralizou-se para o norte do distrito, com o objetivo de aumentar o número de associados. Desde essa altura, o número de novos associados ronda os 200, sem contar com os professores mais antigos. “Quando a ASSP foi fundada, a preocupação principal foi dar resposta a uma necessidade no final da carreira profissional. Como? Dignificando a sua vida, enquanto professores, após a aposentação, e, depois, numa situação de necessidade de resposta a nível de um espaço físico, nomeadamente as casas dos professores”, contextualizou o responsável pela delegação da ASSP de São João da Madeira, Rui Maia, em declarações ao jornal “O Regional”. “No núcleo de São João da Madeira, o número de novos associados aumentou devido à proximidade e, acredito, também, porque o projeto foi de encontro às necessidades dos professores, quer a nível familiar, quer a nível da terceira idade, quer a nível de resposta às famílias, como as do Centro de Estudos”, considerou.
As vertentes da ASSP sanjoanense procuram dar resposta a essas mesmasw necessidades e uma delas, dirigida para adultos, nasceu em 2015: o grupo coral, atualmente constituído por 47 elementos. “A procura por esta atividade tem sido crescente. Acreditamos que o grupo coral tem dado um incentivo muito grande ao número de associados e à dinâmica que a associação tem tido no concelho”, explicou Rui Maia. “Acreditamos que um grupo coral é a melhor forma de cantarmos todos em uníssono. A associação é uma só também e é uma forma de mostrarmos que o trabalho que se faz é de equipa”, descreveu.

Da música à dança até ao diferenciado grupo coral

Rui Silva é o professor de música responsável nos centros infantis. Na ASSP, tem 26 turmas e o número de alunos é variável, desde bebés de colo até a crianças com seis anos. O docente afirmou que o interesse pelas aulas tem vindo a aumentar. “Cada vez mais, há uma consciencialização importante da música na primeira infância. Vejo isso pelo aumento das minhas turmas de bebés; em menos de dois meses, inaugurei uma turma com 19 bebés”, exemplificou Rui Silva. “Os pais começam a perceber que as crianças que frequentam Educação Musical desde tenra idade ficam mais predispostos a socializar, a aceitar a diferença e estão até mais concentradas”, afirmou.

Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa n.º 3995, de 4 de julho de 2024 ou no formato digital, subscrevendo a assinatura em https://oregional.pt/assinaturas/
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