Sociedade

ASAE fiscaliza 12 estabelecimentos e instaura quatro contraordenações na cidade

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A ASAE e a PSP, numa ação conjunta, fiscalizaram 12 estabelecimentos de diversão noturna em S. João da Madeira. O resultado foi bastante positivo uma vez que dos 12 operadores económicos visitados, foram instaurados quatro contraordenações.

José Sequeira proprietário do estabelecimento “A Praça é Pública”, adiantou a 'O Regional' que após terem sido noticiadas duas situações pelo nosso jornal, alusivas a “distúrbios e agressões”, e “tráfico de droga no centro da cidade”, que a “clientela” se dispersou. “Houve um sentido descendente na procura dos clientes pelos bares na cidade”, informou o jovem. Apesar de não negar a “confusão” que tem de facto ocorrido, nos últimos tempos, o empresário partilhou a importância de se ficar a saber que na operação realizada pela ASAE, há cerca de quatro semanas atrás, as coisas terem “corrido bem” para a maioria dos estabelecimentos.

“A PSP é uma presença dissuasora”

“Sim existiram essas situações de distúrbios. A partir de uma determinada hora há vários vícios que são praticados na noite, existindo questões que nos ultrapassam, nomeadamente as pessoas ficarem mais alteradas”, avançou também João Carvalho Santos, dono do Bicalho Bar, situado na Rua Padre Oliveira. Concordando que cabe a todos os proprietários tomar medidas no sentido de cumprirem as regras, e tentarem diminuir os distúrbios, não esqueceu que esta tarefa deve igualmente caber “às autoridades”, admitindo que gostaria que a polícia “passasse” com mais assiduidade junto ao seu estabelecimento, e nos arredores, pois é sempre uma “presença dissuasora”. O responsável acrescentou, todavia, que ainda não sentiu “necessidade” de colocar segurança privada no seu bar, pois acredita que esta deve ser mantida por quem tem essa responsabilidade. “Devemos deixar para quem direito que cumpra essa missão”, atirou. Além disto, denotou que quem frequenta os espaços noturnos, muitas vezes, “não está apenas com os copos”, havendo “outras formas” de as “pessoas ficarem alteradas”, e que tenta, desde sempre, manter tudo “dentro dos conformes”. “Felizmente”, nesta fiscalização não teve “nenhuma contraordenação”. “Estas ações são positivas pois desta forma há igualdade para todos, e a lei mantém-se”, concluiu.

Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa n.º 3967, de 21 de dezembro ou no formato digital, subscrevendo a assinatura em https://oregional.pt/assinaturas/
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