Sociedade

“A evolução no sector da saúde já é uma realidade”, diz Ettore Sansavini, Presidente da GVM Care & Research

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Os sistemas globais de saúde foram colocados à prova com a grave crise sanitária provocada pela covid-19. Hoje, especialistas apontam que, para atender à alta demanda diária de pacientes, é fundamental a busca por inovações tecnológicas nos centros hospitalares, como a Inteligência Artificial (AI), Aprendizado de Máquina (ML), entre outras.

Em Portugal, por exemplo, quase metade dos hospitais tem algum projeto ligado à Inteligência Artificial, um número considerado positivo e que ilustra o cenário favorável para o uso de tecnologias na área de saúde.

Para Ettore Sansavini, Presidente da GVM Care & Research e especialista no assunto de novas tecnologias aplicadas à medicina, este é só o início dos novos tempos. “A evolução no sector da saúde já é uma realidade. Estamos a passar de uma sociedade de informação para uma sociedade do conhecimento omnipresente, onde as máquinas inteligentes afetarão todos os aspetos da vida profissional, doméstica e de saúde pessoal e coletiva”, afirma.

A GVM Care & Research é um dos principais grupos italianos na saúde privada e está entre os líderes mundiais no domínio da investigação e novas tecnologias aplicadas à medicina.

De acordo com Sansavini, com o surgimento de novas tecnologias na medicina global, será cada vez mais possível a interação direta entre humanos e robôs. “A revolução do mundo omnipresente permitirá a comunicação entre pessoas e máquinas, tanto direta como cruzada. A quantidade de dispositivos baseados no modelo de comunicação e interação máquina-máquina com seres humanos já atingiu cerca de 50 mil milhões, fazendo-nos entrar na era da Internet das Coisas”, pontuou.

Para o Presidente da GVM Care & Research, inovações estratégicas guiarão o futuro da medicina. “Os desafios para os próximos anos, numa projeção ampla, são suscetíveis de se concentrar em cuidados médicos personalizados, uso melhorado de células estaminais e nanomedicina”, disse.

“Haverá um desenvolvimento impressionante de nanomedicina que trará indubitavelmente benefícios na luta contra doenças debilitantes frequentemente associadas a idades avançadas como o cancro, doenças cardiovasculares, Alzheimer, Parkinson e diabetes, oferecendo remédios mais eficazes e a um custo mais baixo”, completa sobre a importância da nanomedicina nos próximos anos.

Além da questão tecnológica, investir em ferramentas digitais pode significar uma redução considerável economicamente, segundo Ettore Sansavini. “O envelhecimento da população já coloca um desafio não só na procura de uma melhor qualidade de vida, mas também um desafio na sustentabilidade dos custos impostos pelo aumento da esperança de vida no SSN. A nanomedicina proporcionará uma resposta personalizada e direcionada com um menor impacto económico e terá um impacto positivo na qualidade de vida, graças ao uso de fármacos que atuarão apenas em células específicas”, afirma.

 

 

 

 

 

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