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Festival muda de designação e assinala 25 anos com 39 espetáculos em Santa Maria da Feira

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O Imaginarius assinala 25 anos em 2026 e apresenta-se com uma nova designação. O evento passa a chamar-se Imaginarius – Festival Internacional de artes performativas em espaço público e regressa a Santa Maria da Feira entre 21 e 23 de maio.

O Imaginarius assinala 25 anos em 2026 e apresenta-se com uma nova designação. O evento passa a chamar-se Imaginarius – festival internacional de artes performativas em Espaço Público e regressa a Santa Maria da Feira entre 21 e 23 de maio com 39 espetáculos.
Ao completar um quarto de século, o festival coloca a “resistência” no centro conceptual da edição de 2026. A organização sustenta que a arte pode afirmar-se como espaço de experimentação e liberdade criativa, capaz de desafiar hábitos, abrir novas perspetivas e estimular o pensamento crítico.
A 25.ª edição está a ser apresentada no Imaginarius Centro de Criação, em Santa Maria da Feira, onde estão a ser revelados os principais momentos da programação.
Durante três dias, o concelho transforma-se novamente num palco para as artes em espaço público. A programação reúne 42 companhias e mais de 200 artistas provenientes de 16 países – Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Nova Zelândia, Portugal e Reino Unido.
No total, estão previstos 39 espetáculos e uma instalação artística, somando mais de 125 apresentações ao longo do festival. A edição inclui ainda cinco estreias absolutas e 23 estreias nacionais.
Para o presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, o percurso do festival alterou de forma significativa a relação entre criação artística e espaço público no concelho. “Celebrar 25 anos do Imaginarius é reconhecer um percurso que transformou profundamente a relação entre criação artística e espaço público”.
Amadeu Albergaria recorda que o projeto começou como uma “aposta clara na ocupação artística” do concelho feirense, mas evoluiu para um projeto cultural estruturante. Hoje, sustenta, o Imaginarius influencia práticas culturais, políticas públicas e a forma como o território é percecionado.
“Não se trata apenas de um festival que acontece anualmente, mas de um processo continuado que foi moldando uma identidade territorial, criando referências e consolidando uma imagem reconhecível no panorama nacional e europeu da criação artística em espaço público”, afirma.
A organização sustenta ainda que o festival se afirma como espaço de reflexão coletiva. “O Imaginarius não pretende ser solução para os problemas do mundo… pretende despertar as perguntas que nos permitem reconhecê-los”.
Após 25 anos, os promotores consideram que o evento contribuiu para formar uma “geração Imaginarius”, marcada pela curiosidade, pela emoção e pela vontade de imaginar novos caminhos. Uma geração que continua a interrogar o mundo, porque, sublinham, é nas perguntas que começa toda a “resistência”.

 

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