Por favor, não nos atirem poeira para os olhos!…

Por favor, não nos atirem poeira para os olhos!…

O jornal ‘O Regional’ de S. João da Madeira anunciou a semana passada que foi criada uma comissão de sete pessoas para incluir na disciplina de Educação para a Cidadania a igualdade do género, nas escolas. Este diploma foi apresentado pelo BE, como moeda de troca, para que este partido aprovasse o Orçamento de Estado do Governo. Foi aprovado em 19 de Julho de 2019.
No entanto, a designação de igualdade de género é uma forma camuflada da ideologia do género, ou identidade do género, para, de uma forma silenciosa e até aparentemente benéfica, não provocar nos pais reacções adversas, como tem acontecido no México, na Colômbia e no Brasil. Na Suíça foram reunidas 15 mil assinaturas para impedir que esta ideologia manipulasse os seus filhos nos centros de ensino, já que se destina a crianças, adolescentes e até a adultos. Houve, inclusivamente, a ameaça de um recurso de um partido para as instâncias judiciais, pois, na escola, as ideologias não podem influenciar os alunos. A nossa Constituição também o proíbe.
Os apoiantes da igualdade do género afirmam querer acabar com as desigualdades salariais entre homens e mulheres, que o acesso à política e à economia tem de ser igualitário, que o homem machista tem de desaparecer, que tarefas específicas para cada género têm de ser eliminadas.
E quando apregoam isto, toda a gente concorda, pois estes princípios são fundamentais.
Mas, se assim fosse, o professor da disciplina da Educação para a Cidadania podia formar os alunos nesses princípios…
Então, para que são precisas sete pessoas para o fazer? O que verdadeiramente pretendem os apoiantes da ideologia do género? Tornar o assunto credível, para não surgirem desconfianças.
Mas o seu principal objectivo é o seguinte:

  • Permitir o acesso de rapazes ao balneário das meninas e vice-versa, bem como o acesso dos rapazes à casa de banho das meninas e vice-versa, podendo favorecer a promiscuidade;
  • Eliminar as diferenças biológicas do sexo, dizendo que este é uma construção cultural e social, já que se pode escolher ser homem ou mulher ingerindo hormonas e fazendo cirurgias;
  • Atentar contra a família tradicional, porque existem outros modelos de famílias, como, por exemplo, famílias homossexuais e monoparentais;
  • Cada um viver a sua sexualidade como bem entender e como lhe der maior prazer. Não é por acaso tanta pedofilia e tanto incesto: pais que chegam a violar as próprias filhas;
  • Transmitir conceitos contrários à biologia e à ordem natural das coisas;
  • Promover a diversidade de famílias;
  • Tirar a autoridade dos pais na educação dos filhos.
    Para conseguir os seus objectivos, incitam os meninos, já no jardim de infância, a brincar com bonecas e as meninas a brincar com carrinhos. Até já eliminaram do seu vocabulário não só os termos menino e menina, substituindo-os pelo termo criança, como também os termos pai e mãe, substituídos pelo termo progenitor. Além disso, não suportam celebrar o dia do pai e o dia da mãe, mas sim o dia da família.
    A biologia é uma ciência e afirma que o homem e a mulher nascem diferentes física e psicologicamente. O homem não pode engravidar e os seus peitos não podem amamentar. Os cientistas, em exames pré-natais, descobriram diferenças significativas no cérebro dos dois sexos. A mulher tem desde a gestação uma particular sensibilidade com outras pessoas, sendo isto fundamental para o seu papel de mãe.
    A força física da mulher é menor, porque o homem tem o tronco mais largo do que a mulher e mais massa muscular. A mulher tem a anca mais larga para facilitar o nascimento dos filhos.
    Nos jogos olímpicos, as mulheres não podem competir com os homens em todas as provas, pois ficariam sempre a perder, competem, sim, com outras mulheres.
    No futebol, não competem com outros homens, pois eles seriam sempre os campeões.
    Para finalizar, meus queridos leitores, não deixem que manipulem os vossos filhos e os vossos netos. Procurem saber através deles o que lhes disseram estes “iluminados”.

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