Populares preocupados com “perigo iminente” de acidente em escadas

Populares preocupados com “perigo iminente” de acidente em escadas

O assunto parece não ser novo e continua a preocupar populares que alertam para o “perigo iminente” de acidente numas escadas onde o corrimão não tem “qualquer” proteção próximo do Tribunal e Município.

Populares mostram-se preocupados com o “perigo iminente” para quem “sobe e desce”, com regularidade, os cerca de 30 degraus das escadas que dão acesso ao Tribunal, Loja do Cidadão, Águas de S. João ou Repartição das Finanças. Dizem que o corrimão “não tem qualquer proteção em acrílico ou vidro” e que se agrava com a degradação do piso.
“A proteção Civil e a própria autarquia já deveriam ter tomado medidas quanto a estas escadas, porque são um perigo, e não reúnem condições de segurança” para quem ali passa, disse a ‘O Regional’ Adalberto Marau.
Frequentador habitual do espaço, garante que o local é um risco para “novos e velhos que, se por qualquer razão se desequilibrarem, caem em cima dos carros”, e de uma “altura considerável”, sendo necessário “evitar uma possível tragédia enquanto é tempo”.
Quem conhece bem o local, como Adalberto, diz que a solução é “agarrar-se” ao corrimão ou circular do lado da parede como medida de segurança. “Mas uma criança ou mesmo uma pessoa idosa pode ali escorregar com a maior das facilidades” e a proteção não a resguarda, porque, “simplesmente, não existe”.
Outro frequentador alerta também para o perigo e vai mais longe. “Se eu pedir à proteção civil o averbamento de umas escadas como esta em minha casa, a autorização, com toda a certeza, não seria dada”, garante Manuel Pinho.
Este sanjoanense não se fica por aqui quanto a críticas. “O problema ainda é maior quando a autarquia conhece e convive com o perigo todos os dias”, uma vez que “aquela é uma zona destinada a estacionamento para funcionários da Câmara Municipal”.
Manuel Pinho diz que o assunto há muito que foi colocado à autarquia. “Já na altura em que a câmara era governada pelo PSD eu cheguei a falar do assunto com vereadores”, mas o problema continua “sem que tenha existido qualquer esforço por parte das entidades competentes em solucionar o problema”, enfatizou.
Graciete Lopes é de Santa Maria da Feira e, apesar de não passar muitas vezes pelo local, assegura que “aquilo que verifico é que se trata de uma situação de risco para quem por aqui passa, principalmente, se falarmos de alguém que é acompanhada de crianças”. No alto das escadas, em direção ao tribunal, assegura que “só de olhar para baixo é assustador, pois deveria ter uma proteção em vidro”, garante.
O ‘Regional’ tentou obter esclarecimentos por parte da Câmara Municipal de S. João da Madeira, mas não obteve qualquer resposta em tempo útil.

António Gomes Costa

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