
O Bloco de Esquerda apresentou propostas para a saúde em S. João da Madeira e defende que o Serviço Nacional de Saúde deve gastar “em si próprio” os três mil milhões de euros que anualmente contrata com empresas privadas.
Em conferência de imprensa, em frente ao hospital de S. João da Madeira, Moisés Ferreira, cabeça de lista do Bloco de Esquerda (BE) por Aveiro às legislativas de dia 30 de janeiro, disse que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) deve gastar “em si próprio” os três mil milhões de euros com que anualmente contrata empresas privadas. “Ora, se em vez de se dar esse dinheiro ao setor privado, se investir no SNS é possível, em pouco tempo, ter um melhor serviço de saúde e cuidados mais céleres e com mais qualidade para os utentes”.
O bloquista frisou que “uma das prioridades do país tem de ser, obviamente, o reforço do SNS” e explica que isso se faz com “investimento” e com melhoria das condições de carreira e de trabalho dos profissionais de saúde. Moisés Ferreira, que estava acompanhado de Sara F. Costa, número três da lista e de Eva Braga, deputada municipal em S. João da Madeira, disse aos jornalistas que nestes dois anos de pandemia, “não há ninguém que não reconheça que o SNS e os profissionais de saúde são fundamentais para o país”. Mesmo os que no tempo da troika – “o PSD e o CDS – diziam que o SNS era uma gordura do Estado, hoje têm de admitir que se há vacinação a correr e se há resposta à Covid isso deve-se ao SNS”, enfatizou.
Artigo disponível, em versão integral, na edição nº 3872 de O Regional,
publicada em 1 de janeiro de 2022
Ir para o conteúdo

