Política

Um novo rumo para o café do parque dos Milagres?

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O presidente da junta de freguesia admitiu que a esplanada do café do parque de Nossa Senhora dos Milagres tem condições “para ser a melhor esplanada de S. João da Madeira”

A temática foi introduzida pela ‘Coligação Melhor Cidade do País’ na última assembleia de freguesia, decorrida na passada quarta-feira. A deputada Bárbara Pessoa quis saber qual o ponto de situação do café no Parque de Nossa Senhora dos Milagres, questionando se existiram avanços quanto à exploração do espaço, um tema várias vezes discutido em anteriores sessões. A deputada denotou que o local, junto ao parque infantil gerido pela junta de freguesia, “tem tido muita afluência” e que pode ser “muito melhor aproveitado” em benefício da população.
O presidente da junta, Rodolfo Andrade, reconheceu que a esplanada do café do parque “tem condições para ser a melhor esplanada da cidade”. “É uma gestão complicada, são contratos antigos, nem se sabe bem como foram feitos. Ao que sei, a câmara já notificou o proprietário que tem de sair. Há agora os prazos legais para cumprir”, esclareceu. O autarca acrescentou que a intenção do município é colocar a exploração do espaço a concurso, que “pode passar por duas vertentes”: “construir a esplanada e colocar à exploração ou colocar à exploração com construção da esplanada por parte do promotor”. “Temos todo o interesse que a situação fique resolvida, tem condições para ser a melhor esplanada da cidade”, frisou.
A questão da concessão do café do Parque também foi abordada na assembleia municipal. Questionado pela coligação, o presidente do município, Jorge Sequeira, adiantou que o município vai “dar um passo para a reabilitação da cafetaria”. “Já foram tomadas diligências políticas para iniciar esse procedimento junto do concessionário”, esclareceu.
Na assembleia de freguesia, António Falcão, da coligação, também abordou questões relacionadas com o parque, afirmando que lhe chegou a informação de que “existe a pretensão de fechar o adro da capela” por parte da Igreja, “ficando o mesmo disponível apenas para os fiéis nos períodos das missas”. O deputado questionou se o tema está a ser debatido e de quem é, afinal, a propriedade dos terrenos. Apontou ainda o dedo ao estado das casas de banho do parque, afirmando que as mesmas “não servem os fregueses” e que a coligação tem recebido “diversas queixas”.

Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa n.º 3947, de 6 de julho ou no formato digital, subscrevendo a assinatura em https://oregional.pt/assinaturas/

 

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