Política

Pedro Nuno Santos é candidato a Secretário Geral do PS

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Com a presença atenta de Jorge Vultos Sequeira, Presidente da Câmara de S. João da Madeira e da Federação Distrital de Aveiro do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos começou o seu discurso por salientar o elo que o une a S. João da Madeira.

Com a presença atenta de Jorge Vultos Sequeira, Presidente da Câmara de S. João da Madeira e da Federação Distrital de Aveiro do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos começou o seu discurso de candidatura a Secretário Geral do Partido Socialista por salientar o elo que o une a S. João da Madeira, caracterizando o concelho e referindo que este se tornou o que é atualmente devido ao “trabalho e esforço coletivo do seu povo”. Destacando que “cada um” é o resultado da “educação que recebeu, do meio em que cresceu e das experiências que teve”, o antigo estadista mencionou o nome S. João da Madeira, cidade que tem a “palavra Labor no topo do seu escudo”, e é conhecida pelos seus “empresários e trabalhadores”. Adicionalmente o socialista salientou que a sua terra é também conhecida pelos “trabalhadores que se fizeram empresários e empresários que voltaram a ser trabalhadores”, aludindo ainda para o contexto histórico de formação da sua criação, uma vez que foi o “principal pólo da indústria chapeleira do país”, e um dos “principais focos da revolução industrial em Portugal”. Momentos depois, referiu ainda o momento em que a indústria chapeleira entrou em crise, quando os “homens deixaram de usar chapéus”, no entanto, os “empresários de S. João da Madeira não baixaram os braços”, tendo essa indústria sido substituída pela do calçado.

“A capacidade de criar e de fazer faz parte da identidade de ser sanjoanense”

O antigo ministro admitiu aos presentes, na sede do partido, posteriormente, que a “capacidade de criar e fazer, de cair e de reerguer” faz parte da “identidade de S.João da Madeira”, e também da sua.
“Sou neto de sapateiro e filho de empresário, cresci com as dificuldades das famílias trabalhadoras, e com tantas desigualdades e injustiças diante dos meus olhos, mas também cresci com os desafios e as ansiedades permanentes dos empresários que lutam para conseguir encomendas que garantam a sobrevivência das suas empresas”, acrescentou.
Relembrou, para além disso que a produção em S. João da Madeira “nunca se fez” colocando “umas pessoas contra as outras”, sendo “o diálogo e a concertação” uma das marcas do seu desenvolvimento.
Agradeceu a presença de todos, num “momento particularmente difícil do PS”, e acredita que os “portugueses tal como os militantes” do seu partido o conhecem, tal como as suas “qualidades, defeitos, inconformismo, combatividade, sucessos”, mas também os seus “erros e cicatrizes” que fazem parte “da vida”.
“Os que não fazem e se limitam a gerir o que já existe, raramente cometem erros, mas mais importante do que termos consciência dos nossos erros é saber o que fazer com eles”, garantiu. De destacar a presença de Francisco Assis, ao lado do antigo ministro, a apoiar a sua candidatura.

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