Política

Obra na escola do Parrinho vai ser lançada outra vez

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No âmbito da correção de um conjunto de patologias ao nível de infiltrações e ao nível de eficiência térmica, o projeto de arquitetura, desenvolvido internamente pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, envolve várias vertentes, como a reabilitação de todas as fachadas exteriores, a substituição de algumas janelas e portas novas, a intervenção em caixilharias, a adaptação de sistemas de autoproteção modernos, a reabilitação completa das casas de banho e as melhorias na cozinha, no refeitório, na biblioteca e nas áreas de circulação. Atualmente, o jardim de infância (JI) está dividido entre o rés do chão e o primeiro andar, sendo que o objetivo é reorganizar funcionalmente a escola para concentrar as duas salas do JI no rés do chão.
“Vão ser também intervencionados o campo de jogos e ampliado o percurso pedonal coberto entre a rua e o percurso pedonal coberto existente”, complementou o autarca, Jorge Vultos Sequeira, adiantando também que se tornou necessário reforçar o preço base para cerca de 818 mil euros, dada a ausência de operadores interessados no concurso público. “Pensando nós que, com este reforço, que é o reforço possível, haverá condições para, agora, atrair algum empreiteiro para a execução da obra”, considerou o edil, acrescentando que o antigo edifício da Decel, junto à banda de música, já foi identificado como a alternativa para a alocação das crianças durante o período da obra.
O vereador da coligação ‘A melhor cidade do país’, Tiago Correia, interveio apenas para desejar que haja empreiteiro para realizar a obra. “É muito importante para a cidade e, sobretudo, para aquela escola”, afirmou. Jorge Vultos Sequeira concordou, enfatizando o facto de a situação estar “muito difícil”. “Não podemos ocultar isso aos sanjoanenses. Temos tido obras sem empreiteiro; isso é um fenómeno nacional que tem a ver com as questões demográficas, a falta de mão de obra, o período em que estamos a executar o PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] e o Portugal 2030”, enumerou o presidente. “Esperemos que o reforço [monetário] torne esta empreitada atrativa para bem da comunidade educativa do Parrinho, que bem merece esta obra”, concluiu.

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