
Ouvir os empresários locais e mobilizar para a participação eleitoral no próximo domingo, mesmo em caso de chuva, foram as duas mensagens centrais deixadas por António José Seguro durante um almoço com agentes económicos, em São João da Madeira.
Durante o almoço com empresários, em São João da Madeira, António José Seguro afirmou que a deslocação ao concelho teve como principal objetivo escutar o tecido empresarial local.
“Estou aqui para ouvir as questões das pessoas, ouvir as suas preocupações, apesar de eu ter já uma ideia muito clara sobre a nossa economia”, afirmou.
O candidato à Presidência da República sublinhou ainda que ouvir as pessoas é uma das atividades de que mais gosta. “É das coisas que eu mais gosto na vida, é ouvir”.
Perante uma sala cheia, agradeceu a presença dos empresários sanjoanenses e apelou diretamente à participação eleitoral. “Há pessoas que acham que eu sou assim fraquinho, que eu sou uma pessoa passiva, muito tranquilo, mas quero dizer que sou uma pessoa muito firme nos meus valores, determinada e gosto de ouvir os outros”, afirmou.
Sobre o ato eleitoral, insistiu que “não pode haver um voto desperdiçado”. “Peço-vos mesmo isso. Mesmo que esteja a chover vale a pena nós apanharmos uma chuva e o que está em causa é defendermos bem a nossa democracia”.
Já em Oliveira de Azeméis, António José Seguro classificou a situação vivida no país na sequência da tempestade como “uma autêntica catástrofe”.
“É meu dever estar perto dessas pessoas”, afirmou, explicando que se desloca sozinho “para não atrapalhar os muitos trabalhos”.
“Neste momento o que é necessário é acudir às pessoas, aos empresários e repor o mais rapidamente possível a normalidade”, declarou.
Referindo-se à necessidade de apurar responsabilidades, sustentou ainda que a “culpa não pode morrer solteira” e defendeu que, ultrapassada a fase mais crítica, “o país tem que ter uma conversa séria sobre a forma como pode e deve reagir a estas situações que já não são novas”.
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