Política

23 árvores abatidas por comprometerem “segurança”

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Perante a interpelação de uma munícipe sobre o património arbóreo da cidade, o presidente da Câmara Municipal informou, na última reunião camarária, que se encontra em curso uma avaliação ao património arbóreo por parte de uma empresa especializada e que determinou o abate de 23 árvores na zona do parque do Rio Ul e junto à rotunda do hotel. Jorge Sequeira esclareceu que o relatório elaborado por essa entidade “indicava um risco elevado de queda” e que as árvores se encontravam numa “situação fitossanitária grave que comprometia a segurança das pessoas”.
A breve trecho, “é provável que outras árvores venham a ser abatidas ou tenham podas de segurança”, informou o edil, acrescentando que o relatório alusivo à decisão que determinou o abate de 23 árvores está publicado no site da autarquia.
Os esclarecimentos foram prestados após a intervenção da munícipe Ana Couto, que se mostrou preocupada com “a ausência de tratamento” do património arbóreo do concelho nos últimos anos. “As árvores da nossa cidade têm copas enormes que tapam luminárias, sinais de trânsito, chegando em algumas, muitas ruas, a tocar em automóveis estacionados ou que circulam”, descreveu a sanjoanense.
No parque do rio Ul, há cedros e pinheiros “doentes”, “alguns já mortos, secos”, alertou Ana Couto, para questionar qual o plano de ação e para sublinhar que é necessário um “acompanhamento correto e urgente” nesta matéria, cada vez mais preponderante devido às alterações climáticas. .

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