
Faz tanta pena assistir ao que se passa nas nossas escolas e ver agressões violentas a professores, alunos e assistentes educativos que os deixam marcados para toda a vida.
Ouvi uma docente agredida por um aluno, dizer que ela amava muito a sua profissão, mas uma grande tristeza se tinha aninhado no seu coração e que já não tinha forças para educar e ensinar.
O que se está a passar entre nós, quanto ao aspeto da violência é preocupante. Há já tanta falta de professores que o Ministro da Educação está a pensar contratar pessoas não qualificadas para suprir esta lacuna.
E por que há no mundo tanta maldade?...
Por quê tanta revolta e violência no nosso país e até na família?...
Puxa-se de uma arma como se fosse um cumprimento, tal a rapidez com que se saca!...
Que insensibilidade de coração, que dureza !...Nem o olhar sofredor das crianças com tanta fome e tanto frio nos campos de refugiados demove os agentes. São frios e autoritários e agem com todos, como se eles fossem cães raivosos que é preciso escorraçar.
O Papa Francisco em Lesbos visitou o campo de refugiados e fez um apelo às Nações Unidas, para serem sensíveis a tanto sofrimento. Tanto dinheiro se gasta em armas e em viagens ao espaço, em vez de se investir nesses países pobres e em guerra. Sob a sua influéncia, acolheu 50 refigiados no Vaticano.
Meus amigos, as redes sociais oferecem jogos violentos, para entreter as crianças e os pais, para não serem importunados, pensam que isso não influencia as suas mentes. Os pequeninos absorvem tudo o que vêem e a violência começa desde muito cedo a marcá-los Eles são autênticas esponjas e quando atingidas por algum sofrimento, só sabem reagir dessa forma. Hoje o ambiente familiar está envolvido em tanto sofrimento e revolta!...
As minhas filhas pequenas viam as séries do Marco e da Hiedi que elas adoravam. O carinho do avózinho da Heidi e a ajuda que ela dava a uma menina que sofria!... O amor do Marco pela mãe e o esforço que fez para a encontrar!...
O juíz brasileiro João Marco Buch comove-se muito e procura ajudar os que estão na valeta da vida. Visita as prisões, para ver as condições miseráveis dos detidos. Denuncia o pouco espaço e o amontoado de reclusos. Em celas de 8 estão 18. Viu lá jovens com roupa sem mangas e calções num dia muito frio. Ouve a história dos drogados e exerce a sua influência para os internar. Nunca julga ninguém, sem ouvir a sua história de vida e de sofrimento. Diz que a justiça protege os poderosos e os ricos e condena os miseráveis. Para João Marcos Buch a diginidade da pessoa humana é sagrada, se para ele não fosse, atiraria a toalha ao chão.
Queridos leitores, estejam atentos ao que os vossos filhos vêem nas redes sociais.
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