Opinião

Reflexos - Os “Se”… tal como por lá, as “Percepções”

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Marcelo Rebelo de Sousa viu chegado o final do seu tempo no papel da figura institucional máxima de Portugal – Presidente da República. Haveria, porém, de abandonar o palácio de Belém a sós e a pé. Tal como o fizera aliás, aquando a sua própria tomada de posse em 2016. O novo Presidente da República – António José Seguro, distingue-o, e atribui-lhe o Grande-Colar da Ordem da Liberdade.
Provavelmente, muitos, ou talvez alguns (…) esperassem (justamente) que saísse em ombros – num destes dias, vimos e ouvíramos através do canal tv SIC (Jogos de Poder), dum seu ilustre comentador especialista de guerras e estratégia militar afirmar que, afinal, Marcelo Rebelo de Sousa terá sido ao longo dos seus dois mandatos um presidente competente “conhecedor sábio do país real” … Não creio. Tal como, estarei certo, uma boa franja da sociedade democrática portuguesa que, pensam e observam(aram) um mau serviço prestado ao Estado e à Democracia – transformando-se ele o (ex.) Presidente, no principal promotor da presente instabilidade político/governativa. Decididamente (…) nos últimos cinco anos correspondentes ao seu segundo mandato.
Marcelo, dissolveu a Assembleia da República por três (3) vezes… “Rei dissolvente”… De entre elas, inviabilizou um governo assente numa maioria parlamentar eleita pelos cidadãos portugueses e não respeitou soluções alternativas da governação com enquadramento regimental, então apresentadas. Atendeu afinal a “Percepções” erráticas baseadas em suposta corrupção – afinal e agora (…) infundadas.
Afirmaria ainda o comentador SIC especialista de estratégia militar que, Marcelo acertara sempre (…) nas suas decisões de dissolver a Assembleia da República Portuguesa… O Ministério Público, acabaria por estes dias (de verdadeiro entupimento dos meios da informação escrita e áudio visual pela guerra EUA/ISRAEL com o IRAO) a informar que a investigação a António Costa e João Galamba eram arquivados – afinal, não havia(m) indícios de corrupção por parte dos então governantes socialistas… Entretanto, a Spinumviva continua na ribalta.
A nossa câmara, com novo executivo sob a batuta legítima de João Oliveira, parece (…) não ter ainda encontrado o “rumo de cruzeiro” na sua acção governativa – baseado no caminho e filosofias apontados no seu projecto municipal – assoberbado(s) creio, com a “herança” deixada pelos socialistas, não terão tido o tempo necessário para a construção do seu (melhor…) orçamento municipal. Os “Se” lá haviam de aparecer marcando o ponto na discussão do dito para a respectiva aprovação. E, ficamos por ali… «Se os montantes, verbas atribuídas (Desporto, Cultura e Social) não forem suficientes (…), cá estaremos».
A cidade, na sua paisagem urbana, surpreenderá os seus visitantes (pela negativa…) observando alguma(s) da sua “incongruente” estética na reconstrução de infraestruturas, e segurança das pessoas(…). Mas também, da qualidade de vida dos seus residentes – pelo centro da cidade e avenidas envolventes, a mistura evidente da velha calçada portuguesa com os “novos” pavimentos ora em laje ora em pedrinha (passeios) graníticos. Imaginem os leitores d’O Regional, uma queda naqueles novos passeios, sobretudo nos mais inclinados, o estado em que ficará a pele do desgraçado(a) novo ou velho. Esfarrapado, claro.
Incongruente, a decisão de ordenar pavimento de passeios em alcatrão betuminoso (travessa sul nascente à Rua Alexandre Herculano), juntando-lhe a interrupção de reconstrução de acessos e estacionamentos vai para mais de três meses…. Lamentável, o desrespeito àqueles novos residentes na cidade. Triste o contraste, com o tratamento aos “novos” residentes no complexo habitacional a norte da Oliva Creative Factory e, nova edificação a poente do Museu da Chapelaria. Da prometida continuidade na repavimentação de ruas e avenidas (caso concreto da Arantes e Oliveira…), estaremos conversados.
Simultaneamente, ao invés, considera prioritário o executivo de João Oliveira ordenar pela reparação de passeios danificados pela raiz de árvores… Parece óbvio(…) concluir-se sobre procedimento(s) em matéria do bem-estar dos munícipes: indefinição de prioridade; cuidados diferenciados em função do local/comunidade residente; desleixo em áreas menos visíveis e, eventualmente, preferência de atendimento.
Num mundo imperfeito, seguir o que outros fizeram bem, não nos deve envergonhar. Bem antes pelo contrário…

P.S.: o autor escreve de segundo o antigo acordo ortográfico
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