Opinião

O amor não é um drama - Diz-me o que pensas... Eu dir-te-ei para onde vais!

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Poucas pessoas têm consciência da influência dos nossos pensamentos nos nossos resultados.
Aquilo que pensamos não é para nós inócuo ou sem consequências maiores, muito pelo contrário.
São os nossos pensamentos que orientam as nossas emoções,  assim como a constância das nossas emoções, determina os nossos sentimentos sobre nós  próprios sobre os outros
Quando estabelecemos  relações com  pessoas negativas, pessimistas, demasiado críticas ou desmotivadas, é frequente deixarmo-nos contaminar pela sua dramática interpretação da realidade.
Da mesma forma que não é possível ter saúde emocional, estando em permanente contacto com pessoas emocionalmente doentes, também não é possível mantermo-nos positivos e funcionais, em permanente contacto com pessoas negativas que catastrofizam a sua realidade.
Pensamentos negativos, levam-nos invariavelmente a emoções negativas, mas pior do que isso, pensamentos negativos fazem-nos desenvolver crenças limitantes, que tornam desajustados os nossos comportamentos.
Como sabiamente dizia o António variações, “quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga”.
É verdade é que quando nos comportamos de forma desajustada, não somos capazes de obter os resultados que desejamos.
O sucesso em qualquer área da nossa vida dependerá da nossa capacidade de ajustar os nossos comportamentos aos nossos propósitos.
Contudo, tal ajuste será impossível, se os pensamentos e atitudes que orientam os nossos comportamentos, forem negativos ou errados.
É utópico desejar que alguém possa realizar cálculos matemáticos, antes de conhecer os números, é utópico da mesma maneira, esperar que alguém tenha um relacionamento de sucesso, antes de estar resolvido emocionalmente.
Quem não tem clareza quanto aos seus propósitos, quem continua imerso em pensamentos negativos e crenças limitantes, no que respeita a relacionamento amoroso, estará  fadado a errar, a frustrar-se e a sofrer.
Em consulta, diariamente, recebo pessoas que não sabem relacionar-se com os seus companheiros, sem colocá-los num pedestal.
A história repete-se, infinitamente.
Pessoas que fazem tudo pelos seus companheiros, perdoam tudo, aceitam tudo, vivem para eles, assumem as suas  responsabilidades e anulam os seus próprios  desejos e necessidades para poderem priorizar os desejos e necessidades dos seus companheiros.
São pessoas que por terem uma auto-estima deficitária,  não se sentem boas o suficiente para manter os outros interessados nelas.
Elas têm a crença de que se fizerem tudo pelos seus companheiros, estes sentir-se-ão gratos e consequentemente,  terão mais amor por elas.
No entanto, tal comportamento, costuma levar os seus companheiros a desinvestir emocionalmente nelas.
Na verdade, quando as pessoas assumem toda a responsabilidade do seu relacionamento, impedem também que o outro  se envolva  e se responsabilize pela relação.
Em vez de conseguirem um companheiro mais apaixonado, que era o resultado desejado,obtêm um companheiro mais  distante, menos apaixonado e menos recíproco.
Este é um exemplo, de como pensamentos e crenças limitantes, impactam negativamente os comportamentos, de como os nossos comportamentos condicionam os nossos resultados. Quando a cabeça, não tem juízo, o corpo é que paga…NÃO tens de PAGAR, tens de RESOLVER-TE!

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