Opinião

A prazo...

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Começamos por ter um prazo de nove meses para nascer. Este até não é dos prazos mais rigorosos, pode acontecer antes assim como um pouco depois. Deve haver estatísticas dos efeitos que possam advir, se o prazo necessário para nascer não acontecer no prazo previsto.
Quando vemos filmes sobre a máfia, temos aqueles prazos, tipo “têm até amanhã para pagar a dívida, se não o fizerem tiramos-lhe a vida”, não se aflijam, isto é só nos filmes. Será?
Nos tempos que correm temos os prazos para cumprir para com o Estado. Com estes, temos mesmo de cumprir, são reais. Se não cumprimos, poderão não nos tirar a vida, mas, acreditem, estragam-nos mesmo a vida. Por exemplo, uma coisa simples: não pague a água que consome, o que é que acontece... cortam-lhe a água, este é só um pequeno exemplo.
A nossa existência tem um prazo. Felizmente que não sabemos qual é!!! Também convém, sempre sabermos, para não nos acontecer comer gato por lebre, o prazo de validade. São datas que normalmente vemos nas embalagens de comestíveis, e não só. Quando nos pomos a pensar, os prazos estão mais na nossa vida do que possamos imaginar. E, curiosamente, muitos dos prazos somos nós que os criamos: amanhã vamos todos às nove, e convém que seja pontualidade britânica nunca portuguesa. Chegamos a um local e logo estamos a combinar a hora de regresso.
Meus amigos, estou a gozar uns dias de férias com a família, de prazo reduzido, porque o orçamento não nos permite mais tempo. Curiosamente descobri que as férias têm cheiros próprios, tais como o cheiro da maresia, das perpétuas das areias, o cheiro do protetor solar, das camarinhas, dos gelados... Que memórias!
Há prazos e prazos, nem todos são necessários. Anulem alguns!
Na música, “Na escola”, dos Quatro e Meia.
Nos livros, além da feira do livro que aconteceu na nossa terra, ainda existem livrarias com venda de livros ao público... Peguem num livro e leiam! E que seja o vosso livro deste verão.
Tudo de bom!

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