
A 13.ª edição das Jornadas da Educação de S. João da Madeira decorreu esta semana na Casa da Criatividade, tendo recebido mais de 400 inscrições.
Trata-se de um fórum de formação e debate sobre temas que preocupam a comunidade educativa. As Jornadas da Educação de S. João da Madeira, as primeiras em formato presencial desde a pandemia da Covid-19, reuniu durante dois dias (6 e 7 de Setembro), na Casa da Criatividade, em S. João da Madeira, cerca de 420 professores e técnicos ligados à educação, que assistiram a um encontro há muito certificado pelo Centro de Formação de Professores.
A 13.ª edição desta iniciativa promovida pelo município de S. João da Madeira decorreu sob o lema «Educamos para o Futuro», tendo arrancado numa sessão em que o presidente da autarquia elogiou o trabalho dos “docentes e não docentes” dos três agrupamentos públicos, que rondam aproximadamente mil profissionais, pelo “esforço extraordinário que todos desenvolveram durante a crise pandémica”.
Jorge Vultos Sequeira enalteceu, na abertura das jornadas, o entusiasmo com que o encontro se realiza, começando por salientar algumas das medidas aplicadas pelo município, na área do ensino, numa cidade que “há muito se afirmou na educação”. Destacou o “trabalho” que é desenvolvido pelas escolas, relativamente ao acolhimento de crianças estrangeiras em S. João da Madeira. “Nos nossos agrupamentos públicos temos, neste momento, cerca de 417 crianças oriundas de países estrangeiros a frequentarem os nossos estabelecimentos de ensino”, um número que considera “extremamente importante”, assegurando mesmo que se trata de um número que “está” a crescer todos os dias. “O modo como a cidade acolheu, a ternura com que o fazemos, a capacidade de integração com o que fazemos são absolutamente decisivos e extraordinária para o seu desenvolvimento e para a sua integração”. Destacou a forma “imediata e pronta” com que as escolas de S. João da Madeira acolheram cerca de 32 crianças refugidas vindos da Ucrânia “que, no dia a seguir à sua chegada”, tinham acolhimento escolar garantido.
Relativamente a este encontro, que vai já na sua 13ª edição, justificou que “o conteúdo” das jornadas “têm um pilar muito importante” que passa pela “ defesa e a promoção da igualdade”, sublinhando que as escolas “são esse pilar de defesa do Estado de Direito democrático e social, o pilar dos direitos humanos e da democracia, e tem que ensinar às crianças a distinção entre aquilo que é verdadeiro e o que é falso”, enfatizou.
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