
A greve dos professores e trabalhadores não docentes nas escolas deixou milhares de alunos sem aulas em S. João da Madeira. Uma greve que teve o maior impacto dia 6, e que se repetiu na última segunda-feira, dia 9, mas com uma menor impacto.
Primeiro, os professores, depois, a vez dos assistentes operacionais. Após o feriado de 5 de outubro, que coincidiu com o Dia Internacional do Professor, as greves bateram à porta das escolas de todo o pais, incluindo as de S. João da Madeira.
Na última sexta-feira, 6 de outubro, os professores cumpriram uma greve nacional de 24 horas. As principais sedes de Agrupamentos de escolas de S. João da Madeira estiveram encerradas, dia 6, devido à paralisação dos professores, protestos que têm sido organizados por uma plataforma de nove sindicatos — ASPL, Fenprof, FNE, Pró-Ordem, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU.
Segunda-feira, nos mesmos moldes, foram os assistentes operacionais a tentar paralisar os estabelecimentos de ensino, mas a ação de protesto não teve tanta adesão. Neste caso, a greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) que, no pré-aviso enviado ao Ministério da Educação, alertava para a “desvalorização salarial destes profissionais da educação”, uma situação vivida desde 2010.
No documento, argumentavam que os ordenados dos auxiliares estão cada vez mais próximos do valor do salário mínimo nacional, já que este tem subido, enquanto as tabelas salariais não têm tido alterações.
Assim, e segundo dados recolhidos pelo ‘O Regional’ na greve de docentes e não docentes fecharam também as quatro escolas EB 2/3 e Secundárias dos Agrupamentos DR. Serafim Leite, João da Silva Correia e Oliveira Júnior.Para além disso, fecharam as escolas EB1/JI de Fundo de Vila, EB1 Espadanal, JI Devesa Velha, EB1 Conde Dias Garcia, JI Carquejido, EB1/JI Parrinho, EB1/JI Fontainhas e JI Casaldelo.
Na greve de não-docente encerrou apenas o JI Casaldelo.
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