Educação

Erasmus: um mundo por descobrir além-fronteiras

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O AESL apoia os seus alunos no acesso ao mercado de trabalho e na concretização de experiências enriquecedoras. Foi o que aconteceu com a Diana Oliveira, no âmbito do projeto Erasmus+me@EU, destinado a recém-diplomados do Ensino Profissional.

Como tiveste conhecimento desta oportunidade e o que te levou a concorrer?
Através de um mail que recebi do meu Diretor de Curso, o professor Mesquita. Interessei-me de imediato, comecei a pesquisar no site da escola e preparei, logo, a documentação necessária para a minha candidatura. Estava muito motivada, pois era algo que eu já queria fazer, em anos letivos anteriores, mas, por causa da COVID, não houve essa oportunidade.
Conhecia colegas, do Agrupamento, que tinham participado em iniciativas similares e que sempre me falaram bem da experiência. Estava, por isso, entusiasmada!

Que expectativas é que tinhas e quais os teus receios?
Após a aceitação da minha candidatura, no momento em que soube que ia sozinha, fiquei apreensiva. Tinha sido impulsiva na inscrição - pensei. Mas pus na minha cabeça: se me inscrevi, vou! Será uma experiência fixe, mesmo que vá sozinha. Fui corajosa. Também receava pela minha família, pelas saudades que viria a sentir e que todos sentiriam. Nem toda a minha família me apoiou. O meu pai nem queria falar do assunto, para dizer a verdade, só ficou tranquilo quando eu regressei a casa e aí, claro, fez um balanço positivo. A minha mãe dizia: “tu é que sabes”, deixando em mim o ónus da decisão. Eu queria muito ir para outro país, aprender outra língua… e aceitei o desafio! O destino seguia o seu rumo!

Como foste recebida em Málaga?
Muito bem! Fui recebida por uma representante da TRIBEKA que me levou à casa, que iria ser minha durante 3 meses, na qual conheci a D. Ana, dona da casa, que foi sempre muito acolhedora. Gostei muito! Na agência, todas as funcionárias eram muito simpáticas e prestáveis. Compreendiam-me bem. Fui recebida com carinho, conforto e a paisagem, que era excelente, dava-me muita força.
A cidade era calma e segura (tinha receio quanto a este aspeto). A casa tinha uma localização excecional, à frente da praia, o que me permitia fazer, todos os dias, caminhadas à beira-mar.
A alimentação é diferente da nossa. Mas não passei mal, até porque é preciso saber experimentar e, no fim, dizer: “gostei” ou “não gostei”. Eu gostei de experimentar. Aliás, o chili passou a ser a minha comida favorita. Gosto de picante. Não conhecia a tortilha, comida típica espanhola, de que também gostei. Experimentei chocolate com churros, mas o chocolate não era doce. É diferente, mas gostei de provar.

Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa de 22 de setembro
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