Sociedade

Gin Sessions: junta milhares no centro da cidade

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Depois de dois anos de interrupção devido à Covid-19, evento com a “melhor edição de sempre” voltou a mexer com a cidade. Foram duas noites que combinaram concertos, animação itinerante, gin e comida de rua.

Quem percorreu as redes sociais no último fim-de-semana rapidamente se apercebeu do entusiasmo do público que acorreu, em grande número, à edição deste ano das “Gin and Street Food Sessions”, uma organização da Câmara Municipal de S. João da Madeira, que regressou - sob o lema “O Renascer” - ao centro de cidade nas noites de 9 e 10 de setembro, depois de dois anos de interrupção, devido à pandemia da covid-19.
Luísa e Fernando são namorados. Vieram de Oliveira de Azeméis no último dia do evento para se “divertirem” e para ali assistirem ao concerto de Tatanka, vocalista dos The Black Mamba. “Não contávamos com este ambiente. Está mesmo muito bom e a temperatura está a ajudar. Já encontramos amigos e a noite ainda tem muito para nos oferecer”, conta Fernando Pinho.
Por sua vez, Luísa Mendes disse convicta que o ambiente que era “vivido e sentido” em S. João da Madeira com o Festival “confundia-se com realidades de cidades como Lisboa ou Porto”, destacando ainda a “boa” organização do evento.
Se uns tinham como atração o Gin, outros ficavam-se pela música e pelo simples convívio. Carlos Ferreira e Graça Santos vieram de Lourosa, Santa Maria da Feira. “Eu trabalho em S. João da Madeira. Conheço bem o festival. Depois da pandemia, a vontade de voltar a conviver com colegas de trabalho fez ainda mais sentido”, afirmou Graça. Apesar de não ser uma “apreciadora de Gin”, gosta especialmente de um que “tem frutos vermelhos e não é muito forte”.
Por sua vez, Carlos veio essencialmente para ver o concerto do vocalista dos The Black Mamba. Apesar de “não beber bebidas alcoólicas”, não se mostrou indiferente “à multidão” que encontrou. “Se esta nova praça não foi inaugurada, acho que este festival poderá servir de batismo”, graceja. Diz ainda: “Aquilo que se verifica é que o evento também percorre artérias paralelas cidade. Há gente por todo o lado”.

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