Desporto

“S. João da Madeira só poderia ser a nossa escolha para a abertura do nosso espaço”

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Licenciado em Gestão de Empresas e Técnico Especialista em Exercício Físico, Diogo Tavares é um dos sócios do novo espaço que abriu há 3 meses na cidade de São João da Madeira dedicado à modalidade de Crossfit.

Como é que o Crossfit entrou na sua vida?
O desporto sempre esteve na minha vida. Desde muito jovem sempre pratiquei desporto nomeadamente futebol no clube aqui da cidade, a Sanjoanense. Desde a tenra idade até aos seniores. Fora a prática futebolística sempre fui adepto de desporto em geral, estando atento e estudando esta temática no meu percurso escolar. Abordando a entrada do CrossFit na minha vida, este primeiro contacto deveu-se a um episódio infeliz no meu percurso no futebol, mais concretamente duas lesões graves, rutura do ligamento cruzado anterior em ambos os joelhos. O que me levou a necessitar de fazer reforço muscular, algo que é bastante negligenciado no futebol, num ginásio aqui da cidade. Onde conheci um professor que já ia introduzindo algumas noções de CrossFit e trabalho de força nos treinos que me iam sendo dados para a minha necessidade. Posteriormente abandonei o futebol e tenho me dedicado de corpo e alma ao CrossFit, modalidade que me move desde aí.

O que apaixona nesta sua profissão e o que pretende transmitir através dos seus treinos?
É uma pergunta difícil, mas talvez o facto de em cada treino o aluno se desafiar diariamente. Penso que isto é o mais importante pois à semelhança da vida quotidiana onde estamos expostos a desafios, os quais nos ajudam a moldar a nossa personalidade, o CrossFit incrementa-nos um sentimento mágico de dedicação e superação constante.

Os alunos que procuram o vosso espaço são novos nesta modalidade, são pessoas que já a praticavam anteriormente ou há um pouco de tudo?
Como já disse anteriormente, o crossfit pode ser facilmente adaptável à condição física de cada um, seja mais ou menos capacitado, mais ou menos jovem. Temos de tudo, temos alunos que já praticavam a modalidade, temos alunos com historial desportivo noutras modalidades como também temos alunos sem qualquer historial desportivo. O facto de não ter historial desportivo ou de não ter frequentado o vulgo ginásio não impede de todo a prática da modalidade, engane-se quem pensa o contrário.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3901 de O Re­gi­onal,
pu­bli­cada em 21 de julho de 2022

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