
Em “O Homem que era alucinado intermitente”, Justino Perestrelo cruza a introspeção psicológica com a errância geográfica entre Portugal, Espanha e França, numa narrativa onde a escrita surge como espaço de respiração
Em “O Homem que era alucinado intermitente”, Justino Perestrelo cruza a introspeção psicológica com a errância geográfica entre Portugal, Espanha e França, numa narrativa onde a escrita surge como espaço de respiração . . .
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