Cultura e Lazer

Centro de Arte Oliva na Rede Portuguesa de Arte Contemporânea

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Projeto promovido pela Direção Regional de Cultura procura dar a conhecer mais de 11 mil obras de arte, disponíveis em 11 cidades, onde estão localizadas as 13 entidades envolvidas nesta rede.

Já foi lançada oficialmente a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea – Norte (RPAC-N), da qual o Centro de Arte Oliva (CAO) faz parte, juntamente com mais 12 instituições artísticas do norte do país. O website desta iniciativa está acessível em www.rpacnorte.pt. Promovido pela Direção Regional de Cultura do Norte, com o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal, este projeto procura dar a conhecer mais de 11 mil obras de arte, disponíveis em 11 cidades, onde estão localizadas as 13 entidades envolvidas nesta rede.
Neste âmbito, o CAO já havia recebido, em março, uma visita técnica promovida pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN), entidade que, para concretizar esta rede, contou com o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal, das próprias instituições envolvidas, bem como das autarquias de cada concelho, tendo em vista a “valorização territorial de quatro destinos turísticos distintos: Porto, Douro, Minho e Trás-os-Montes”.
Esta iniciativa é cofinanciada por fundos comunitários e vem fomentar a “produção de conteúdos para os públicos nacionais e estrangeiros, realização de exposições multimédia, promoção de ações de divulgação junto de operadores turísticos e captação novos públicos, nomeadamente das regiões fronteiriças espanholas para o conhecimentos e rotas turísticas e culturais distintivas”.

“Tesouros patrimoniais”

Além do Centro de Arte Oliva, em S. João da Madeira, fazem também parte desta rede a Casa do Design, a Casa da Arquitetura, o Museu Bienal de Cerveira, a Fundação Serralves, a Fundação Marques da Silva, o Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso, o Museu do Surrealismo – Fundação Cupertino de Miranda, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, o Museu Municipal Amadeo Souza-Cardoso, o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso e o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais.
No site da RPAC-N, lê-se que “cada um destes museus e centros de arte/arquitetura é uma caixa de surpresas”, estando “localizados em cidades que são tesouros patrimoniais, albergados por excecionais arquiteturas e rodeados de praças e jardins que entram museu-dentro”. Aí, o público pode “admirar outros modos de exprimir o mundo”, sendo acolhido “todo o ano por visitas orientadas, atividades em famílias, eventos culturais, celebrações”.
O CAO, em concreto, é apresentado como “um local para o contacto, conhecimento e interpretação das artes visuais dos séculos XX e XXI”, tratando-se da “única instituição do país a trabalhar regularmente com arte contemporânea e arte bruta/outsider”. A sua atividade estrutura-se nos “projetos de exposição, programa educativo e iniciativas colaborativas”, tornando “vital, acessível e participada a relação de todos com as artes”.

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