Cultura e Lazer

“A Cidade Dança” irá envolver a comunidade e coreógrafos de renome

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S. João da Madeira será novamente o epicentro da dança contemporânea, com a quinta edição de “A Cidade Dança”. Este evento, organizado pela Câmara Municipal em parceria com a Play False – Associação Cultural, com curadoria de São Castro

O festival inicia-se com “Dança nas Fábricas”, nos dias 12 e 13 de junho, em colaboração com o Turismo Industrial de S. João da Madeira e o Ginasiano Escola de Dança, onde momentos de dança serão apresentados em várias fábricas e entidades industriais, aproximando a comunidade à arte do movimento. A programação continua com “Dança pela Cidade” nos dias 12, 13 e 14 de junho, transformando praças e jardins em palcos gratuitos para apresentações artísticas.
No dia 13 de junho, pelas 21h30, nos Paços da Cultura, João Oliveira, um coreógrafo emergente sanjoanense, apresenta “Caem Calhaus do Céu”, uma peça introspetiva que explora os conceitos de individualidade e identidade em relação ao tempo. Este espetáculo faz parte do projeto Palcos Instáveis/Segunda Casa, produzido pela Instável – Centro Coreográfico, e é seguido de uma conversa com o coreógrafo.
A Casa da Criatividade acolhe, no dia 14 de junho, às 21h30, “Os Três Irmãos” de Victor Hugo Pontes. Esta obra, recomendada para maiores de 12 anos, explora os laços familiares e o sacrifício através dos personagens Abelard, Adler e Hadrian, numa performance que aborda a segurança e a fragilidade da família. Victor Hugo Pontes descreve a peça como “um encontro com o passado, onde a família é o que temos de mais seguro e de mais frágil”.
Um dos momentos centrais do festival é o projeto comunitário dirigido por Aldara Bizarro. Esta criação original, desenvolvida ao longo de um mês com a participação de 15 sanjoanenses não profissionais, será apresentada no dia 15 de junho, às 21h30, na Sala dos Fornos da Oliva Creative Factory. Aldara Bizarro descreve o projeto como “um convite para reinventar a cidade com o corpo, tecendo uma paisagem onírica que projeta desejos e realidades”. São Castro reforça a importância deste projeto, destacando que “efetivamente se cruza o artista, a comunidade e a cidade, promovendo a prática artística da dança e a cultura da acessibilidade”.

Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa n.º 3990, de 30 de maio de 2024 ou no formato digital, subscrevendo a assinatura em https://oregional.pt/assinaturas/
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