Questões da nossa Cidade DCCCXIV

Questões da nossa Cidade DCCCXIV

I – E agora? Segundo as recentes regras da CNE – Comissão Nacional de Eleições, há um período pré eleitoral e eleitoral em que os políticos do governo e das autarquias – que é o que nos interessa aqui – estarão proibidos de propagandear, mencionando obras realizadas e em fase de realização, nem tão pouco anunciar os eventos que pensam

Do exercício da liberdade à transparência dos conhecimentos e dos atos

Do exercício da liberdade à transparência dos conhecimentos e dos atos

A gestão/questão da transparência dos conhecimentos é um problema tão ancestral quanto o próprio homem. É, além disso, um problema de liberdade, de ousada desobediência. A origem do homem nas raízes do pensamento judaico-cristão é “explicada” através da desobediência de Adão e Eva quanto à proibição divina de comer da “árvore” da sabedoria. Só depois de terem comido dela é

Questões da nossa Cidade DCCCXII

Questões da nossa Cidade DCCCXII

I – Festejar antes do tempo… deu azar! Lembro-me que dias depois deste executivo municipal do PS ter tomado posse e depois de alguém, supostamente do governo, ter colocado, durante curtos dias, uns tratores a limpar uns terrenos em Escapães, onde dizem ir ser construída uma enorme rotunda para uma maior fluidez do trânsito automóvel entre a Vila de Arrifana

O conhecimento cultural da leitura

O conhecimento cultural da leitura

Se é importante saber de onde vimos, não menos será que fiquemos atentos ao modo como os outros nos vêm. Certo que jamais teremos acesso ao que pensam sobre nós, mal seria se tivéssemos. Imaginai o inferno se outros acedessem ao que acerca deles pensamos. É saudável e até agradável esta distância que nos separa do outro, este exílio que

Do corta-fitas à celebração da abertura de concursos

Do corta-fitas à celebração da abertura de concursos

Chamava-se Américo Tomaz. Era o Presidente da República Portuguesa do então autodenominado Estado Novo, designado depois do 25 de Abril pelo povo como “tempo da outra senhora” e pelos intelectuais do presente como “tempo da ditadura”. Nesse período, na habitual ausência de Oliveira Salazar, chefe do Governo de então, que apreciava mais o recato da residência oficial ou a passagem

Questões da nossa Cidade DCCCXI

Questões da nossa Cidade DCCCXI

I – Não dá, é pena Quando o executivo da Câmara Municipal de S. João da Madeira decidiu, no ano anterior, levar para a Praça Luís Ribeiro o desfile do Carnaval das Escolas do Concelho, viu-se perfeitamente qual era a sua intenção: fazer acontecer no centro histórico da cidade um dos eventos mais populares da cidade nesta época do ano.

Como é perigoso queimar etapas!…

Como é perigoso queimar etapas!…

Tanta violência doméstica e tantos assassínios. Por quê? Será que nos tempos de hoje isto é inevitável? Penso que sim. E porquê? Não sou catastrofista, mas os jovens que se querem unir verdadeiramente não se conhecem, pois queimam etapas. 1 – Não namoram, queimam esta etapa. O namoro tem como finalidade o conhecimento do outro. Os próprios seres vivos namoram.

Os dois poderes da máscara

Os dois poderes da máscara

Hoje é o dia de Carnaval. É o dia em que a sociedade não só aceita como agradece o uso da máscara, a avaliar pelas expressões alegres de todos os que as observam ou as colocam. Mas, este é o dia em que se colocam ou, pelo contrário, se tiram as máscaras? A pergunta tem pertinência porque no Carnaval a