Política

PSD local voltou a realizar Jantar de Reis

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O PSD de S. João da Madeira voltou a fazer o Jantar de Reis, suspenso nos últimos anos devido à pandemia, tendo juntado centenas de militantes, no jantar que contou com dirigentes de órgãos nacionais e distritais do partido, entre outros membros da família “A Melhor Cidade do País” (PSD/CDS/IL).
“O empobrecimento e estagnação do desenvolvimento de S. João da Madeira foram nota de maior destaque do jantar, com todos os intervenientes a serem unânimes em relação às políticas socialistas a nível local e no país”, refere a estrutura em nota remetida à nossa redação.
Tiago Correia, líder da concelhia e vereador da Câmara Municipal, reforçou que a presidência do PS se resume a “anestesiar da nossa cidade e o empobrecimento do seu desenvolvimento”.
O líder concelhio enumerou, no seguimento, marcas “que se perderam e que em muitos casos deixaram a cidade muito pior”, como estado dos arruamentos, “desleixo dos jardins” e a limpeza urbana.
Falou ainda de “um Natal tão pobre” e considerou que em termos de iluminação “fomos o pior município da região nesta quadra”.
O estacionamento, a oferta de lugares para estacionar na zona central da cidade, as obras do Mercado Municipal, a Oliva Creative Factory, as novas piscinas foram outros temas levantados, assim como a Linha do Vouga e a “necessidade iminente de avançar com uma solução de mobilidade para os Sanjoanenses que estudam e trabalham no Grande Porto, integrando-a na Linha do Norte”.
Segundo a mesma nota, o presidente da Distrital do PSD, Emídio Sousa, defendeu que a região deve exigir algum dinheiro que “envia para Lisboa”, com o intuito de fazer face às necessidades que apresenta. Lembrou que o país tem “4,4 milhões de pobres” e que “com mais dois ou três anos de socialismo, chegaremos aos cinco milhões”.
“Não temos outra opção que não seja ganhar a Câmara de S. João da Madeira em 2025”, disse Emídio Sousa, frisando que o PSD foi sempre um partido de “pessoas de garra, que não se deixam ir abaixo”.
Já Secretário-geral do PSD, Hugo Soares, lembrou que o Governo “tem de parar de estar distraído e concentrar-se em resolver os problemas das pessoas”.
Deve seguir-se um “caminho de proximidade, com os nossos militantes em primeiro lugar, mas com a sociedade civil, olhos nos olhos, dizendo aos portugueses que nós não nos resignamos a um país mais pobre, não queremos um país na cauda da Europa, queremos um país de salários altos e impostos baixos, onde a iniciativa privada possa ter a sua oportunidade sem ser esmagada pela burocracia como é aqui”, acrescentou.
O jantar contou ainda com a participação da Banda de Música de S. João da Madeira, que é também “uma tradição”, tocando e cantando os Reis.

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